A Secretaria de Segurança Pública do Paraná acusa um homem de simular a própria morte para tentar lucrar com a contratação de seguros nos Estados Unidos. Segundo a Polícia Civil, que descobriu o golpe ao investigar o rapaz, também estão envolvidos no caso a irmã e um funcionário do Instituto Médico Legal (IML). Os três acabaram presos.
O homem acusado tem 28 anos e, segundo dedução da polícia, começou a elaborar a farsa há três anos, ao se mudar com a mulher para os EUA e contratar dois seguros de vida no valor total de US$ 1,6 milhão. No ano passado, voltou sozinho para o Brasil e o plano, de acordo com a polícia, era fingir a própria morte para receber o seguro.
O rapaz encontrou um funcionário do IML de Curitiba. Segundo a polícia, os dois acertaram R$ 30 mil para transferir a documentação do suspeito para um indigente. A polícia diz que a irmã do acusado iria identificar o corpo.
Para a polícia, o funcionário do IML providenciou o corpo de um indigente e forjou as digitais. A causa da morte foi edema pulmonar.
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