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Ginasloucos levam a torcida ao delírio no Jogo das Estrelas

03 março 2013 - 15h37

Pelo terceiro ano consecutivo, parte da diversão da torcida ficou por conta do grupo "Ginasloucos", no Jogo das Estrelas, que, neste ano, viu a vitória do NBB Brasil sobre o NBB Mundo por 146 a 144. Com a ajuda de uma cama elástica, os "atletas-ginastas" de Dourados desafiam a gravidade com enterradas impressionantes e levam o público à loucura.

"O jogo está bacana, mas essas jogadas dos acrobatas são o mais legal. É impressionante o que eles fazem. Gostei demais", afirmou o professor Valmor Júnior.

"Se apresentar no Jogo das Estrelas é muito bom. Já nos apresentamos até em porta de cemitério. Então, quando estamos em um evento desses, só de basquete, é diferente. A torcida vibra muito e, quanto mais gritam, mais a gente se empolga na quadra", contou Antônio Carlos Barbosa, integrante do Ginasloucos há 11 anos.

Formado em 1996, por alunos de educação física da Unigran, de Dourados, no Mato Grosso do Sul, o Ginasloucos nem sempre utilizou as tabelas de basquete nas apresentações. "No começo, era só uma brincadeira na cama elástica. Mas aí, vendo as apresentações de grupos de fora do país, dos Globetrotters, surgiu a ideia das enterradas e o grupo começou a treinar. A brincadeira cresceu e já estamos aí há 17 anos na estrada", explicou Antônio Carlos.

Foi assistindo a uma das apresentações do Ginasloucos em Dourados que Henrique Maia Bezerra, de 25 anos, se apaixonou pelo grupo. Quando entrou para o curso de educação física, passou de fã à integrante e já está há oito anos se apresentando pelo país. "Eu estava no ensino médio e teve uma apresentação na minha escola que eu curti. Quando entrei no curso, fiz uns testes para o grupo e acabei ficando. Gosto muito. Fui aperfeiçoando ao longo do tempo e hoje minha jogada preferida é a enterrada do Superman, com o corpo todo na horizontal", contou.

Com uma carga diária de treinos, o grupo minimiza os riscos de acidentes, que, no entanto, acontecem de vez em quando. Mas nada que diminua a coragem dos atletas. "Nós treinamos muito. Não é só brincadeira não. Às vezes acontecem algumas quedas, mas o segredo é voltar logo e tentar a jogada novamente, para não ficar com medo. Treinamos técnicas de queda, então os riscos não são tão grandes", contou Henrique. "Quando nos apresentamos, a adrenalina vai lá em cima com os gritos da galera e isso que é o mais legal", concluiu.

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