Na audiência da bancada sul-mato-grossense, governador André Puccinelli e secretária estadual de Educação Maria Nilene Badeca da Costa com o ministro da Educação Fernando Haddad, o deputado federal Geraldo Resende pediu prioridade para três escolas estaduais situadas em Dourados: a Guateka, na reserva indígena, Presidente Vargas e Menodora. “São escolas em situação precária, que inclusive põem em risco a vida dos estudantes. Por isso, queremos uma atenção especial de vosso Ministério”, pediu o parlamentar.
“Queremos que essas escolas recebam do Ministério a atenção e os investimentos necessários para que essa situação mude, já que o governo estadual anuncia não dispor de recursos para socorrer as escolas. O ministro recebeu muito bem o nosso pedido e eu tenho certeza de que essa reivindicação será atendida em pouco tempo”, explica Geraldo.
O deputado relatou, durante a audiência, que a escola Guateka Marçal de Souza encontra-se praticamente em situação de calamidade, pois “é uma construção de madeira, quase de pau-a-pique, feita com toras de eucalipto e bambu, e coberta de sapé, sendo que parte das paredes está se deteriorando”. Para ele, a solução será a construção de uma nova escola.
A exposição do problema na audiência demonstra a preocupação de Geraldo Resende com a Guateka, porém essa não é a primeira intervenção dele nesse assunto. O parlamentar também já apresentou, na Câmara, requerimentos solicitando parceria entre os governos federal e estadual visando a construção de um novo prédio para a escola. Além disso, já esteve com a secretária estadual de Educação Maria Nilene Badeca da Costa, no MEC, relatando a precária situação daquele estabelecimento de ensino médio.
Para a construção de um novo prédio para a Guateka e para a Escola Presidente Vargas, bem como para a reforma da escola Menodora e de outras que estão em situação precária, o deputado sugeriu que o Ministério da Educação utilize recursos do Programa Fundescola (Fundo de Fortalecimento da Escola), financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Ao final da audiência, Geraldo Resende elogiou o critério adotado pelo Ministério para definir a prioridade de investimentos da educação. “Com essa forma de agir, baseado em critérios técnicos, o MEC evita que aventureiros façam promessas infundadas e iludam a população com obras e projetos que não têm a menor possibilidade de acontecer”, argumenta o deputado.
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