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Geraldo diz que “bravatas” de Zeca não inibem oposição

03 maio 2004 - 18h21

As declarações do governador Zeca do PT feitas no fim de semana em Maracaju não intimidam a oposição em Dourados, na formação de um bloco com vários partidos para disputar as eleições deste ano. A opinião é do deputado federal Geraldo Resende, presidente regional do PPS, que considera que o discurso do governador é mais uma prova da fragilidade da condução do processo eleitoral pelas lideranças do PT douradense. Para Geraldo Resende, com a tentativa de ditar os rumos da política em Dourados, o governador está “desqualificando” as próprias lideranças do PT local, apontadas pelos petistas para discutirem a busca de alianças com outros partidos para as próximas eleições. “Parece que o governador, ao se insurgir contra o chamado G-7, pretende usar métodos não ortodoxos, o vale-tudo para atrair partidos em apoio ao atual prefeito douradense, mas as afirmações dele não nos intimidam”, salienta Geraldo Resende. O deputado afirmou ainda que o governador “é useiro e vezeiro em xingar juízes, senadores e ex-prefeitos”, numa alusão ao fato de Zeca ter qualificado um juiz de “boca alegre” e um ex-prefeito de “corrupto” (ambos de Dourados) e os senadores do Estado no mandato anterior de “três patetas”. “A afirmação de que o PPS faz política com o fígado não foi mais do que um desarranjo mental do governador”, ressaltou Geraldo Resende, acrescentando que o PPS “sempre fez políticas de alianças, é uma agremiação que faz política com coerência, sempre aglutinando forças democráticas na construção de uma sociedade melhor”.Segundo o parlamentar, a própria constituição do Movimento Muda MS, que elegeu Zeca na primeira vez, foi uma idéia lançada pelo PPS, partido que, pelo não cumprimento de compromissos por parte do governador, teve que deixar aquela aliança. “O PPS já deu vários exemplos de desapego ao poder, inclusive em Dourados, quando deixamos todos os cargos que ocupávamos na atual administração por não concordar com os rumos que a mesma vinha tomando”. Condenando o que considera uma “interferência descabida e uma desqualificação aos interlocutores locais”, Geraldo Resende disse que os partidos que formam a oposição não irão se curvar diante as intenções do governador. “Antes de proferir bravatas, ele deveria sim, honrar os compromissos que fez com a população douradense, como a duplicação da avenida Guaicurus, a ativação do Hospital Universitário, a conclusão do bloco do curso de Medicina e a continuidade das obras do asfalto da rodovia Dourados-Laguna Carapã”, conclui o parlamentar.  

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