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Geraldo considera que decisão do partido foi precipitada

14 dezembro 2004 - 09h12

O deputado federal Geraldo Resende (PPS-MS) considera que a decisão do Diretório Nacional de deixar a base de sustentação do governo Lula foi precipitada. Ele defende a idéia de que o assunto seja debatido em convenção extraordinária do Congresso Nacional do partido, no próximo ano, quando os governadores, o ministro Ciro Gomes, os dois senadores e 22 deputados federais, além dos prefeitos e vereadores eleitos pelo partido possam se manifestar.         Geraldo Resende disse que nos próximos dias a bancada federal do partido vai se reunir para discutir o posicionamento a ser adotado, já que a grande maioria dos deputados federais presentes à reunião do Diretório Nacional foi contrária ao rompimento com o governo Lula.“Gostaríamos de pedir um gesto de grandeza aos militantes, àqueles que constituem a máquina burocrática do partido, para que aceitem a sugestão de discutir o assunto num foro mais ampliado”, afirma.O parlamentar salientou que não irá tomar nenhuma decisão isoladamente, mas seguirá o encaminhamento que for dado pela bancada. “Vamos nos reunir para encontrar um caminho, que espero, não seja o de deixar o partido que ajudamos a construir”.Resende lembra que em Mato Grosso do Sul assumiu a presidência regional do PPS quando a agremiação contava com apenas cinco diretórios municipais constituídos e ela está presente em 70 dos 78 municípios. Na época, a sigla tinha apenas cinco vereadores e nas últimas eleições elegeu 30, com perspectiva de ingresso de mais 10 nos próximos dias.“O PPS de Mato Grosso do Sul vai estar presente, com vice-prefeitos ou secretários municipais em 40 administrações. Tudo isso foi resultado de um trabalho que não pretendemos deixar”, salienta o deputado.Para o parlamentar, não há razões para o partido deixar a base do governo Lula, já que o partido tem adotado uma postura crítica e independente. O deputado citou, como exemplo,  a votação do salário mínimo onde ele optou por votar favorável a R$ 275,00, quando o governo propôs R$ 260. Citou também a proposta de reeleição da Mesa Diretora da Câmara, defendida pelo PT e que obteve voto contrário de Geraldo Resende. Ricardo Minella 

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