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Genoino diz que PT não quer constranger Lula

22 novembro 2004 - 14h38

O presidente nacional do PT, José Genoino, disse hoje, em entrevista ao Portal do PT, que o partido não tem intenção de causar qualquer constrangimento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao propor a melhoria no gerenciamento dos programas sociais. Para Genoino, a agenda legislativa, com a aprovação de projetos como o da PPP (Parceria Público-Privada), da Biossegurança, da inovação tecnológica e a Lei de Falências, é o primeiro nó a ser desatado para que o governo avance em sua política de desenvolvimento econômico. O presidente da sigla coordenou a reunião do Diretório Nacional do partido, neste final de semana.Genoino disse que além da agenda legislativa, o segundo ponto é a agilidade das ações intergovernamentais para o gerenciamento da política industrial e maior controle das cadeias produtivas. "O outro nó, em que o governo já avançou, é a relação da política externa com o desenvolvimento".Sobre a resolução aprovada na reunião que pede um encontro com o ministro da Fazenda Antonio Palocci para discutir a política econômica, Genoino disse que não há nada de extraordinário nisso. "Por duas vezes o ministro Palocci já compareceu em reunião do Diretório Nacional, inclusive quando a política econômica estava em uma situação mais difícil. Não é nada extraordinário"."O PT não reivindica mais influência na política econômica. O que definimos foram prioridades como desenvolvimento com emprego e renda, modernização da infra-estrutura, queda na taxa de juros e continuidade dos programas sociais". Genoino frisou que o partido não está insatisfeito com sua participação no governo, mas considera que "temos de compartilhar mais esse espaço com os outros partidos. Não vamos causar constrangimentos ao presidente Lula na sua ação pelas reformas que o País necessita. Isso não é contraditório com a consolidação da base de apoio ampla do governo".Outro ponto da resolução foi a defesa pela redução das taxas de juros. Genoino ressaltou que não será feita "uma batalha política por causa disso. Estamos indicando a necessidade de reduzir a carga tributária com critérios e visão progressiva".    

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