A família da aposentada Edite Terezinha de Castilho, 54 anos, ficou impedida de levar o corpo dela para Vilhena, em Rondônia, por cerca de 16 horas, porque a funerária Santa Rita condicionou a liberação à compra da urna funerária. Edite estava internada no Pronto-socorro de Cuiabá há doze dias. Ela faleceu às 23h45 do último sábado, por complicações cárdio-respiratórios.
Logo após a morte da aposentada, familiares iniciaram procedimento para traslado e sepultamento com utilização de um plano particular contratado em Vilhena. Porém, funcionários da funerária Santa Rita intervieram e impediram a liberação do corpo. Revoltada, a família não aceitou a imposição.
O impasse só foi resolvido com a intervenção da Polícia Civil. A sobrinha da aposentada, Roseli Castilho, foi à Delegacia Metropolitana de Cuiabá e expôs o problema ao delegado Marcos Alvarez, que de imediato interveio mandando policiais ao pronto-socorro.
Lá, os policiais descobriram que, além de retenção do corpo da aposentada por parte da funerária, funcionários do pronto-socorro chegaram a trancar a porta do necrotério para impedir a retirada do corpo.
Ao perceberem que a polícia iria agir com rigor, funcionários da funerária Santa Rita emitiram autorização para a Central de Registro de
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