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Fundação de Turismo discute melhoria no sistema de saúde

20 janeiro 2004 - 15h13

Com a finalidade de priorizar o sistema de saúde junto à população e aos turistas que vem ao Estado, o diretor presidente da Fundação de Turismo, Carlos Porto, reuniu-se agora pela manhã com o secretário de Estado de Saúde, João Paulo Esteves.Para o setor turístico, três fatores são indispensáveis para o fortalecimento dos pólos turísticos do Estado: infra-estrutura, segurança pública e saúde, principalmente nos destinos mais procurados como Serra da Bodoquena, que engloba Bonito, Bodoquena e Jardim e o Pantanal, que inclui Corumbá, Ladário, Miranda, Aquidauana, Porto Murtinho, Rio Negro, Coxim e Rio Verde de Mato Grosso. A Fundação de Turismo solicitou ao secretário de Saúde agilização e operacionalização no sistema de saúde para consolidação destes destinos turísticos. Por enquanto a prioridade são os municípios de Bodoquena, Bonito, Jardim e Aquidauana. Em relação ao ano passado, houve um aumento de 20% do número de turistas ao Estado, fator que demonstra que estes pólos precisam estar estruturados e com pessoal capacitado para receber este fluxo. Ficou acertada para a primeira semana de fevereiro uma reunião no município de Bonito para discutir, dentre outros assuntos, a humanização e capacitação do sistema de saúde. Neste primeiro encontro serão convidados os agentes de saúde e os Secretários de Saúde da região. Segundo Carlos Porto, “este tipo de ação é fundamental para atender a demanda de turistas, principalmente por estarmos em alta temporada, período em que o fluxo de passageiros aumenta consideravelmente, principalmente nas rodovias. Os agentes envolvidos com a saúde, como médicos e enfermeiras, precisam se conscientizar da necessidade de prestarem um bom atendimento tanto à comunidade quanto aos turistas”.O secretário de Saúde explicou também que o Estado, mesmo não sendo o agente operacionalizador, é parceiro no sentido de prover a estrutura necessária para tal. “Temos a incumbência de sermos um indutor nas políticas de saúde, pois não basta apenas oferecer os recursos, mas acompanhar o processo, induzindo para que este tenha uma correta operacionalização”, ressaltou João Esteves. 

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