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Funcionários do BB e da Caixa entram em greve hoje

14 outubro 2003 - 05h34

O Banco do Brasil apresentou uma oferta de reajuste salarial de última hora que agradou inicialmente a Confederação Nacional dos Bancários (CNB), mas não evitou a greve de seus empregados, a ser iniciada nesta terça-feira. Os funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) também decidiram paralisar o trabalho. Em assembléia realizada na noite de segunda-feira, os funcionários do BB decidiram recusar a proposta do banco. O presidente da CNB, Vagner Freitas, disse à Reuters reconhecer que o problema do arrocho salarial dura pelo menos oito anos e que vê uma atitude positiva "no governo", mas que as ações não são suficientes e que este é o momento de reivindicar. Os sindicalistas e a direção do BB passaram o dia todo reunidos para discutir o assunto. Após idas e vindas, o BB propôs aumento de 12,6 por cento, por reajuste direto ou pela inclusão de duas promoções dentro do plano de cargos. Além disso, todos os funcionários receberiam um abono de 1.500 reais. Durante a tarde, Freitas disse que o banco fizera importantes concessões, mas a proposta não era aceitável. Uma nova oferta foi feita no início da noite. Freitas chegou a afirmar antes que a greve dependia da direção do BB. "Está nas mãos do Banco do Brasil e do senhor Cássio Casseb (presidente da instituição)." Os funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) também decidiram na mesma assembléia recusar a proposta do banco e entrar em greve, contrariando a tendência, do início da noite de segunda, de recusarem a proposta. A CEF ofereceu reajuste de 12,6 por cento a todos os empregados. O objetivo dos sindicalistas é diminuir as distâncias entre os benefícios trabalhistas dos bancos dos setores público e privado, representados pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), como participação nos lucros, auxílio-refeição e de cesta-alimentação. O sindicalista divulgou uma comparação entre os reajustes feitos de julho de 1994 a agosto de 2002 pelas instituições financeiras. Os funcionários de bancos privados tiveram aumento de 126,67 por cento, enquanto os do BB e da Caixa Econômica Federal receberam 54,79 e 45,84, respectivamente, no mesmo período.  

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