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Funcionária é dispensada do STF e soma 6 demissões por twitter

16 fevereiro 2011 - 12h50

Apesar do pedido de José Sarney (PMDB-AP), o Supremo Tribunal Federal (STF) resolveu dispensar a funcionária terceirizada que questionou, no perfil oficial do órgão no Twitter, quando Sarney iria se aposentar. O presidente do Senado ocupa o cargo pela quarta vez.

"Ouvi por aí: 'agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?'", dizia o post publicado na página oficial do Supremo, que já foi removido.

O STF pediu desculpas pelo incidente, disse que a funcionaria usou o perfil indevidamente e informou que tomaria as medidas cabíveis ao caso.

Com a repercussão, Sarney gravou um vídeo e postou em seu blog, em que se diz satisfeito com a mensagem, por ter sido comparado com o jogador Ronaldo. O presidente do Senado recebeu um telefonema do presidente do STF, Cezar Peluso, e pediu a ele que não punisse a funcionária. No entanto, o pedido de Sarney não foi atendido.

Como a funcionária é terceirizada, ela não pode ser demitida, por isso o Supremo pediu a substituição da colaboradora, informa a Folha de S. Paulo.

Demissões por polêmicas no Twitter
Os 140 caracteres podem ser ameaçadores. No ano passado, o diretor da Locaweb, Alex Glikas, foi demitido após ironizar o São Paulo Futebol Clube, time patrocinado pela empresa em que trabalhava. No mesmo ano, o Grupo Abril demitiu o editor da revista National Geographic, Felipe Milanez, depois que o jornalista criticou uma matéria da revista Veja, em seu perfil no Twitter. A editora de noticiário do Oriente Médio da CNN, Octavia Nasr, também foi dispensada por postar uma mensagem no Twitter na qual manifestava “respeito” por um ex-dirigente do Hezbollah. O ano encerrou com a demissão da estudante de Direito Mayara Petruso, que ofendeu nordestinos em seu perfil e foi dispensada de seu estágio no escritório de advocacia Peixoto e Cury Advogados.

No último mês, foi a vez do fotógrafo Thiago Vieira, que prestava serviço para o jornal Agora São Paulo. O profissional, que estava na sede do Palmeiras para uma cobertura, publicou uma mensagem em que relacionava os dirigentes do clube a porcos. Conselheiros do time agrediram Vieira, que em seguida foi dispensado pelo jornal.

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