A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) distribuiu nota agora há pouco informando que as despesas comprovadas dos convênios com a FUB/UnB (Fundação Universidade de Brasília) não comprovaram que o dinheiro destinado a pagar gastos de saúde indígenas seria usado com festas, almoços e viagens. A Funasa afirmou ainda que os convênios da FUB/UNB não incluem a Funsaúde.
Segundo reportagem do Jornal Nacional de ontem, documentos do MP apontaram que os gastos passavam pela autorização de Alexandre Lima, diretor da editora da Unb. Ele foi indicado pela universidade para administrar na Funsaúde o dinheiro do convênio com a Funasa.
O dinheiro que pagaria gastos de saúde para indígenas teria sido usado para comprar nove canetas, que custaram R$ 9 mil, cinco TVs de LCD, além de supostamente bancar festas, almoços e passagens aéreas. O aluguel de uma casa para uma festa teria custado R$ 8 mil. A verba também teria pago uma passagem aérea a Lécia Mulholland, mulher do reitor da UnB, Timothy Mulholland.
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