Pelo menos 50 mil imóveis já foram visitados neste começo de ano pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), onde 600 focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti foram encontrados pelo órgão. Na visão da coordenadora do órgão, Rosana Alexandre da Silva, isso significa que ainda há uma parcela da população ainda precisa colaborar mais com a higienização de suas residências.
Diferente de antigamente, quando o mosquito depositava seus ovos apenas em água parada e limpa, hoje pode ser encontrado em locais inusitadas e com sujeita. No trabalho diário realizado em Dourados, os agentes do CCZ já encontraram larvas até numa fossa. “Hoje tendo água, ele não tem preferência alguma”, afirma ela. Também há casos de ovos em bebedouros e até nos reservatórios de geladeira, conhecidos como “caixinhas”.
Diante disso, ela lembra que o cuidado deve ser diário e redobrado, com a conscientização de que é papel não só de todas as esferas públicas – governo municipal, estadual e federal -, mas de todos os cidadãos cuidarem de suas residências. A coordenadora relata que se não houver uma participação coletiva, existe o risco de a cidade viver uma epidemia de Dengue.
“É uma união, então se todos contribuírem vai diminuindo as chances da gente ter uma epidemia. Mas se algum elo dessa cadeia ficar meio fraco, meio sem vontade de desenvolver ação, infelizmente podemos ter a epidemia ou as epidemias, porque a gente está falando de três doenças”, relata.
Ela lembra ainda que a repercussão do tema em todo país tem sido como a de uma Copa do Mundo. “É da criança, ao adolescente, ao pai, à mãe, toda a sociedade hoje comenta do Zika Vírus, comenta da Dengue, comenta do Aedes aegypti”, conta ela.
Mas, apesar de uma crescente no engajamento popular, ainda há aqueles obstáculos enfrentados no dia a dia, como os de pessoas que impedem a entrada de agentes simplesmente por achar que não deve colaborar com qualquer órgão público. Ela relata que os casos são poucos, mas infelizmente acontecem.
Para falar de tudo o que envolve as ações, o que os agentes tem encontrado nas fiscalizações de rotina e até o que fazer para que aquele vizinho que não cuida do quintal receba visita dos agentes, a coordenadora do CCZ é a convidada da “Entrevista da Semana” do Dourados News. Veja a entrevista completa:
Dourados News – O CCZ já passou por milhares de residências em Dourados neste começo de ano. Como estão essas residências? Vocês percebem que os cidadãos estão preocupados e cuidando dos terrenos ou ainda vêm muita gente que não está preocupada?
Rosana Alexandre da Silva - Para ter uma ideia, a gente visitou quase 50 mil imóveis e achou 600 focos. Então, é um número pequeno, mas um número preocupante. Por mais que tenha toda uma divulgação da mídia e o trabalho da educação em saúde do Centro de Controle de Zoonoses, parte da população ainda tem que colaborar e participar dessa higienização sanitária, higienização popular, porque só assim a gente consegue ficar num patamar menor da doença e também do vetor.
D.N. – Muita gente ainda acha que é responsabilidade única dos agentes de endemias do CCZ, eliminarem os criadouros do mosquito?
R.A.S. - Felizmente são poucos, mas ainda tem [quem pense dessa forma], ou também aquela pessoa que acha que a Dengue, Zika Vírus ou Febre Chikungunya não é um problema dela, não vai acontecer com pessoas próximas a ela. É igual acidente, acontece com qualquer um, menos com a minha família. Mas, o que a gente observa é que para esse inseto, esse vetor, não há uma barreira física. Ele atravessa os muros, atravessa os bairros, não tem preferencia por classe social, cor, para nada. Onde ele está, se ele tiver que picar, seja branco, negro, pobre ou rico, indistintamente todos poderão ser acometidos por essas doenças.
D.N.- Vocês encontram casas em condições inadequadas e com criadouros tanto em bairros nobres quanto na periferia?
R.A.S. - O foco, o problema do reservatório de uma água parada, está na periferia, está no bairro nobre. Só muda o local, mas o foco apresenta. Num local em que a pessoa tem um poder aquisitivo melhor, é a piscina, é aquele jardim bonito, mas tem plantas ali, tudo acaba favorecendo a proliferação, o desenvolvimento do inseto. Também em geral, as calhas, caixas d’água, ralos, banheiros que tem pouco uso. Temos encontrado naquele reservatório da geladeira que a gente pode chamar de caixinhas, ali também já foram encontradas as larvas. Hoje até, quem diria, infelizmente, numa fossa. Antes esse inseto a preferência dele era por água limpa e parada. Hoje tendo água, ele não tem preferência alguma. A água estando rica em matéria orgânica em decomposição, a fêmea um pouquinho mais acima, ela não deposita na água [da fossa], ela deposita na parede um pouco acima desse local da água, os ovos ficarão ali, esperando o tempo propício para haver todo o seu desenvolvimento.
D.N. – Fossa é um lugar bastante inusitado. Existem outros espaços assim, que as pessoas nem imaginam e que podem ter larvas?
R.A.S. - Já encontramos num bebedouro, um espaço ali mínimo com água parada. Infelizmente qualquer situação, qualquer reservatório que possa acumular água, a fêmea na sua ânsia, na sua vontade, de deixar descendentes, ela não hesitará e depois do repasse sanguíneo, depois do acasalamento, sem dúvida, ela vai depositar esse ovos. E o que é mais grave, a gente pensar ‘a água evaporou, não tem problema, esse ovos morrerão, não conseguirão se desenvolver’. É um ledo engano, por que, esses ovos tem uma durabilidade de quase um ano e meio. Então, você tem mais de 400 dias de possibilidade do desenvolvimento do ovo de chegar à fase larvária, fase de pupa e depois o inseto que vai acabar disseminando toda doença.
D.N. - Porque além de eliminar a água parada, também é importante manter o quintal limpo e o mato cortado nos terrenos para combater o mosquito?
R.A.S. - Principalmente o Aedes aegypti, o que ele gosta quando ele vai descansar? Onde ele fica? Fica escondido nesse mato. Quando é o momento propício, a fêmea sente necessidade de se alimentar, vai procurar o repasse sanguíneo. Por isso tem gente que passa em frente ao terreno baldio e sente que está sendo picado. Toda vez que a gente elimina o abrigo e o alimento, diminuímos a possiblidade desse vetor. E o mato alto tem aquele caramujo africano gigante, a questão da leishmaniose visceral, outro enfrentamento que a saúde pública municipal vem tratando com cuidado, a questão dos roedores, cobras, escorpiões. São vários vetores de doenças que podem estar ali juntos e outras zoonoses que relatamos.
D.N. – A pessoa que está consciente e cuida do próprio quintal, mas tem um vizinho que não faz o mesmo. O que ela pode fazer com relação a isso?
R.A.S. - Primeiro passo é informar. Não vamos criar caso, eu, uma pessoa física importunar porque a gente não conhece a personalidade de ninguém. O ideal é ligar no Centro de Controle de Zoonoses, porque através de leis também temos autoridade policial para notificar esse cidadão, essa empresa, para corrigir aquelas falhas sanitárias, aquelas falhas de higiene e assim ela [denunciante] vai se resguardar. Só não pode se resguardar tanto que ‘ah é o meu amigo do futebol do final de semana, é o meu amigo do barzinho da cerveja, é minha colega que eu sento depois que chego do trabalho e bato um papo com ela, vou entrar em atrito’, não. Quando você liga no CCZ, sua identidade, seu nome é preservado. A gente costuma até brincar, para a gente ter uma dinâmica de conversa, é Maria, é Joana, até para a pessoa não se sentir intimidada, não se sentir com medo. É importante nesse momento que a gente vive uma guerra contra esse inseto, é todo mundo fazer o papel de fiscalizador, fazer o papel de vigilância e denunciar.
D.N. - Nós recebemos queixas no Dourados News de pessoas que denunciam vizinhos ao CCZ e reclamam da demora do órgão para chegar ao local. Como é feita a triagem dessas denúncias e quanto tempo, em média, demora da denúncia até o agente ir à casa da pessoa?
R.A.S. - Para facilitar, o que a gente tem feito: a gente divide a cidade, por questões de facilitar o deslocamento e pela questão de que hoje todos vivem o problema de economia, financeiro. Então, se eu estou numa área X, vou fazer toda essa área X agora de manhã, mais tarde vou para a área Y, para otimizar o trabalho. E também a gente, de certa maneira, fica feliz que a população está aliada, está informando, ela quer solução. Só que em relação aos anos anteriores, as denuncias duplicaram, triplicaram. Hoje é difícil eu acabar de receber uma denúncia e automaticamente ir a esse local, a esse imóvel. A gente tem dado, conforme a indicação do que é, se é uma caixa d’água, por exemplo, a gente está estabelecendo os critérios, onde está a maior possibilidade de foco. Mesmo assim não conseguimos atender com um ou dois dias, mas no máximo em cinco dias iremos. Também temos situações que com a ajuda de chaveiro, nós mesmos adentramos em casas fechadas, adicionamos larvicidas no ralinho, no vaso que está sem tampa, na piscina. Mas, dependendo a situação, o mato, o lixo, o que vai ocorrer: o proprietário com imóvel com problemas será notificado e a gente tem que respeitar a legalidade da lei. Ele tem 10 dias para melhorar a situação, ele tem esse prazo, esse trâmite legal. Muitos fazem, outros infelizmente não cooperam com a gente. Aí a gente procura auxílio de outros parceiros da própria Secretaria de Saúde, como os Serviços Urbanos que é uma grande parceria que eles tem nos oferecido, com pá carregadeira, caçamba, caminhões, tudo pra retirar esses materiais ou matéria orgânica que de certa forma, é um local propicio para o desenvolvimento do inseto.
D.N. – Você mencionou a questão das casas fechadas. As que estão em imobiliárias é possível pegar as chaves e ir até lá, mas e aquelas que não estão e muitas vezes nem mesmo os vizinhos sabem quem é o dono. Como é o trabalho para ter acesso a estes locais?
R.A.S. - A partir agora do final do ano com a proliferação o aumento de casos de Dengue e Zika em todo o Brasil e no Estado, o que não faltam são leis. Estamos amparados por leis federais, estaduais e também pela nossa lei municipal que nos permite esse acesso a imóveis fechados. Mas, respeitamos. Se conseguirmos via telefone ou outro tipo de contato que o proprietário abra, nos forneça meios de adentrar e verificar onde há foco, é muito mais fácil porque a gente está ganhando esse cidadão que ele vai ver que essa casa está parada, está oferecendo o risco. Quando não há essa possibilidade, a gente usa um chaveiro contratado pela Secretaria de Saúde para abrir e depois que a gente faz toda essa fiscalização, todo esse trabalho de vigilância, do jeito que encontramos, nós deixamos. Qualquer que seja o objeto, não nos interessa, não temos nenhum direito de ir ali e pegar. A gente está ali dentro para verificar e combater os focos e infelizmente se encontrarmos focos, esse contribuinte vai sofrer uma penalidade de multa que vai variar conforme o tipo do imóvel, se é terreno baldio é um valor, se é uma residência é outro valor, se é comércio também há outro valor. Para cada imóvel há um valor específico.
D.N. – O Dourados News noticiou que já foram multadas mais de 200 pessoas que descumpriram a Lei da Dengue, ou seja, que deixam os terrenos e quintais em condições irregulares e não se adequaram dentro do prazo. Vocês já estão percebendo o efeito disso? As pessoas estão respeitando mais com receio de serem multadas?
R.A.S. - São vários fatores que estão contribuindo para que a gente não tenha uma epidemia na cidade, o fator da visita domiciliar, aliada ao mutirão, a esse apoio do Serviços Urbanos, o trabalho de educação em saúde e temos também essa nova ferramenta que são as notificações que também acabam gerando multa. É uma forma de lembrar que o cidadão também é responsável por toda a coletividade, principalmente em relação à saúde pública. É um crime porque um indivíduo não pode colocar a coletividade em situação de perigo, em situação de risco. Praticamente desde 2009 a gente já vem mantendo essa política, da ação mecânica, ação química, que é o uso do fumacê, de forma legal, de forma amparada, usando a lei. De certa forma, todo cidadão merece e deve estar protegido contra as doenças, todos os mecanismos nos auxiliam a diminuir as incidências.
D.N. – Durante reportagem, o Dourados News já presenciou situação em que os moradores queriam impedir a entrada dos agentes. Isso acontece com frequência?
R.A.S. - São poucos os casos, às vezes as pessoas por causa de um terreno baldio ao lado que está com mato ou a questão de segurança, ficam pensando ‘será que é um agente de endemias mesmo, será que eu abro?’ Se for nessa situação, pode ligar ao CCZ e falar: ‘eu estou com um rapaz ou uma moça que tem um crachá com nome tal, eu posso permitir a entrada? ou não vou permitir entrada se não tiver uma segunda pessoa caracterizada como um órgão público’. Hoje, a gente sabe, respeita todas essas situações. Mas, tem também aquele cidadão que acha que não deve contribuir de forma alguma com nenhum órgão público e é aí que a gente precisa da parceria da Guarda Municipal que tem nos oferecido o auxilio, da Polícia, do Corpo de Bombeiros e até o caso do Exército com seus militares que estão engajados, estão nos apoiando frente a esse problema que é de saúde pública e que está tendo repercussão como se fosse uma Copa do Mundo. É da criança, ao adolescente, ao pai, à mãe, toda a sociedade hoje comenta do Zika Vírus, comenta da Dengue, comenta do Aedes aegypti. Hoje, todo mundo comenta.
D.N. – Os casos notificados de dengue estão aumentando consideravelmente em Dourados nos últimos dias. Quais os fatores que levam a isso?
R.A.S. - A pessoa que não tem o conhecimento técnico pode até pensar: ‘O CCZ faz, faz, trabalha, trabalha e esses números não param de crescer”. Na contramão o que vem: essas chuvas em grandes quantidades ao mesmo tempo em que a gente ainda está numa época de verão. Então água aliada a uma temperatura alta é um fator ótimo para o vetor. E a população que às vezes, não é por ser relaxada ou descuidada, mas, por esquecimento, porque trabalha o dia inteiro, e acaba deixando a calha que está ali entupida, de repente tem um balde de água lá no fundo da casa que acaba virando foco, é toda essa situação. Então, todos juntos empenhados, a gente tem que colaborar para que menos casos ocorram. Como eu tinha falado anteriormente, é como se fosse uma Copa, mas uma Copa com todo mundo jogando contra o Aedes aegypti. Graças a Deus a maioria hoje se preocupa. Você tem alguma doença que aprece uma virose, febre, dores pelo corpo, acorda com mal estar, qual o seu primeiro pensamento? Vou procurar uma unidade de saúde, vou procurar meu médico para ver o que eu tenho. É diferente do que aconteceu em 2010, 2009, em outas epidemias em que vidas de jovens foram ceifadas, de rapaz de 17 anos que estava no auge fazendo a faculdade e negligenciou os sintomas, ou de outra pessoas que negligenciaram os sintomas da doença e quando foram procurar tratamento médico infelizmente era tarde. Então a gente fica até feliz. Você está com sintomas, está com problema, procura a unidade que quanto mais cedo diagnosticado os sintomas, mas fácil, mais tranquilo de você conseguir obter a cura.
D.N. - As pessoas estão mais bem informadas e procurando mais as unidades de saúde?
R.A.S - As pessoas estão procurando mais e tem aumentado as notificações, mas é muito melhor ter pessoas notificadas, porque pessoas notificadas não quer dizer que elas estejam com a doença. Está de parabéns a unidade de saúde, o laboratório, outras redes públicas e privadas, porque estão preenchendo aquela fichinha que se chama notificação compulsória e enviando à Vigilância Epidemiológica, que depois encaminha ao CCZ para que e gente possa fazer a varredura com base nessas notificações. O que é essa varredura? É ação mecânica, é visita casa a casa, trabalho de educação em saúde, depois é o uso de inseticidas com o fumacê. Até mesmo quando vai in loco, em todas essas situações, pode ser que tenha uma casa que o vizinho nem percebeu que está abandonada, que está há alguns dias sem a presença de um morador e que está gerando um foco. Quando a gente falou que foram eliminados 600 focos, a gente tirou 600 possibilidades, 600 situações que esse inseto se proliferasse e, principalmente, que isso viesse a ser uma pessoa doente.
D.N – A incidência de dengue na população douradense tem aumentado e quase estamos chegando ao índice considerado alto. Existe chance real de uma epidemia da doença? A que ‘distância’ estamos disso?
R.A.S. - Existe esse risco sim, por isso que a prefeitura logo no final do ano chamou a Secretaria de Saúde e falou ‘vamos trabalhar, vamos nos unir, a gente está falando aqui em nome de cada cidadão, da população’. Existe esse risco, porque existe esse vírus, essa doença causada pelo vírus que não tem vacina e também não há um tratamento específico. Você vai tomar os medicamentos, mas não é uma doença causada por uma bactéria que você vai tomar um antibiótico, não é uma doença causada por fungos que você vai tomar um fungicida, alguma coisa nesse sentido. Essa doença é causada pelo vetor Aedes aegypti, é uma questão de higienização sanitária, são cuidados, não depende só do Centro de Controle de Zoonoses, não depende só da prefeitura, do governo estadual, do federal. É uma união, então se todos contribuírem vai diminuindo as chances da gente ter uma epidemia. Mas se algum elo dessa cadeia ficar meio fraco, meio sem vontade de desenvolver ação, infelizmente podemos ter a epidemia ou as epidemias, porque a gente está falando de três doenças. E mais um agravante, podemos ter óbitos e vários, ou até no caso do Zika futuramente ter um exército, uma legião de crianças, adolescentes, incapacitados neurologicamente de ações simples, de falar, enxergar, de andar, serão pessoas que terão que ter uma atenção e um cuidado redobrado pela família e pelo Estado. A gente até costuma falar para você que acha que não tem que cooperar, que não é problema seu, a sua melhor não está mais em idade fértil, alguma coisa assim, que quando mexe com a saúde de todos, vai acabar gerando um gasto também para todas as outras pessoas físicas porque o governo vai ter que investir mais e quem que vai pagar a conta no final? Todos nós. Então de certa forma, eu, você, o prefeito, o secretário, temos que fazer a nossa parte e exigir da população que ela cuide do seu quintal e a população exigir o nosso retorno de trabalho, com os agentes de endemias, com os agentes comunitários, com contratação de mais profissionais, para que a gente faça essa varredura em toda a cidade.
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