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FDA recomenda a grávidas que comam menos peixe

19 março 2004 - 17h39

A FDA (agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA) e a EPA (agência de proteção ambiental) apresentaram em um comunicado conjunto três recomendações para a redução dos riscos à saúde resultantes do consumo de peixes e mariscos que contenham altos níveis de metil-mercúrio. Ambas as agências federais ressaltaram que, em geral, o consumo de pescado e marisco traz muitos benefícios para a saúde, já que são uma fonte importante de proteínas e de outros nutrientes que o corpo humano necessita. No entanto, por questão de prudência, as mulheres devem moderar a quantidade e o tipo de pescado e marisco que consomem se desejam uma gravidez ou se estão grávidas ou amamentando. Entre as recomendações apresentadas hoje, as agências aconselham a eliminação total da dieta do tubarão, do peixe-espada, do arenque e de outras espécies que contenham altos níveis de mercúrio. A FDA e a EPA também pediram que o consumo de outros pescados e mariscos com menos concentrações desta elemento seja limitado a somente 340 gramas por semana. A lista de produtos com baixos níveis de mercúrio inclui os camarões, o atum enlatado, o salmão e o bagre. Tanto a FDA como a EPA ressaltaram que o atum branco tem mais mercúrio que o enlatado, razão pela qual o consumo do primeiro não deve superar a quantidade de 170 gramas por semana. Por fim, as duas agências recomendaram ao público que revisem constantemente os alertas de segurança alimentar sobre pescados e mariscos de lagos, rios e áreas costeiras de cada localidade americana. Se as autoridades não emitirem alertas, então o consumo dos produtos obtidos em águas locais deve se limitar a 170 gramas por semana, sem o acréscimo de mais pescados e mariscos à dieta durante esses sete dias. As famílias devem aplicar essas mesmas recomendações às crianças, mas em porções menores. A FDA e a EPA consideraram que estas novas recomendações, que substituem as emitidas em 2001, ajudarão o público a continuar consumindo estes produtos em níveis saudáveis e benéficos. Os grupos de defesa dos consumidores tinham pressionado ao Governo dos Estados Unidos a emitir uma lista dos pescados e mariscos com baixos níveis de mercúrio, já que nem todos apresentam os mesmos níveis de contaminação. Por sua vez, o Instituto Nacional de Pesca destacou os benefícios do consumo destes alimentos e expressou sua preocupação com a possibilidade de essas recomendações alarmarem os consumidores.     

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