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Famílias de classe média serão atendidas com recursos do PAC para habitação

25 janeiro 2007 - 13h42

As famílias de classe média também serão atendidas com os recursos para habitação previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado esta semana pelo governo federal.

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, afirmou hoje (25) que a prioridade é para as famílias pobres, com renda mensal de até cinco salários mínimos. Mas destacou que R$ 50,4 bilhões - dos R$ 106,3 bilhões destinados no pacote para habitação até 2010 - beneficiarão a classe média.
"Não há competição entre as duas faixas, são recursos claramente definidos", disse Fortes, que participou de entrevista a emissoras de rádio parceiras da Radiobrás.

De acordo com o PAC, do total de verbas destinadas à classe média, R$ 42 bilhões vêm do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), que usa 65% dos recursos da caderneta de poupança para empréstimos habitacionais. Os outros R$ 8,4 são de contrapartida de pessoas físicas.

"O sistema de caderneta de poupança é tradicional, em que você toma os recursos e tem também a sua contrapartida. O financiamento não é total pela caderneta de poupança", destacou o ministro. "É importante também porque o valor vem de autorizações do Conselho Monetário Nacional, elevando o percentual obrigatório para aplicação nesse tipo de atividade, em que destina parte substancial de recursos de caderneta de poupança em atividades de produção mobiliária".

Embora o volume de recursos seja praticamente igual, a quantidade de beneficiados da classe média deve ser bem menor que a da população de baixa renda.

A previsão do governo é que pelo menos 4 milhões de famílias de baixa renda sejam beneficiadas com casa própria nos próximos quatro anos, enquanto 600 mil famílias com renda superior a cinco salário mínimos devem ter condições de financiar sua casa própria.

Dos R$106,3 bilhões destinados no PAC para habitação, R$ 27,5 serão investidos ainda este ano e o restante até 2010. A previsão do governo é destinar, nos próximos quatro anos, R$ 44,3 bilhões para moradia e R$ 11,6 bilhões para urbanização de favelas.

"Os recursos para habitação não envolvem apenas a construção de casas novas, mas também melhorias e urbanização, que passa por criação de praças, centros comunitários e quadra de esportes".

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