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BARBÁRIE

Família é presa suspeita de matar homem na Capital

15 agosto 2014 - 08h52

Foram presas na noite de ontem (14), em Campo Grande, quatro pessoas da mesma família suspeitas de matar Amarildo Flávio Tomazin, de 47 anos no Jardim Colibri. O homem era ex-marido de uma das suspeita pelo crime e foi morto com tiros e golpes de barra de ferro na cabeça.

Segundo o site Campo Grande News a família sofria ameaças de Amarildo depois que o casamento de três anos com Elys Camargo Nogueira, (26) chegou ao fim. A mulher chegou a pedir medidas protetivas da polícia depois da separação que já tem um ano, mas não deu andamento ao processo.

Ainda conforme o site por volta das 20h de ontem (14), Amarildo foi até a casa de Elys, onde se encontravam o irmão dela, Wesley Camargo Fidencio, 27 anos, a mãe Guiomar Camargo Fidencio e a irmã de Amarildo, Marilus de Fátima Tomazin Santos, (43). Uma discussão teve início entre Elys e o ex-marido que tentou leva-la a força para dentro de um táxi que estava estacionado em frente da casa.

A mulher se recusava a acompanha-lo e diante das agressões, o irmão Wesley sacou uma arma e atirou contra Amarildo, fugindo logo a seguir em uma moto. Enquanto Amarildo estava caído no chão da casa, Elys, com a ajuda da mãe e da irmã da vítima, usaram uma barra de ferro conhecida como “pé de cabra” para dar golpes na cabeça do homem que segundo as mulheres ainda estava vivo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando chegaram ao local Amarildo já se encontrava morto. O mesmo foi atingido no tórax, nas costas e nas nádegas, com os golpes das mulheres a cabeça do mesmo ficou bastante ferida.

As três mulheres foram presas em flagrante e confessaram o crime. Wesley foi encontrado pouco tempo depois e também foi preso.

Na delegacia as mulheres, segundo boletim de ocorrência encontrava-se aliviadas com a morte de Amarildo, em razão das constantes ameaças e agressões sofridas contra a ex-mulher. O caso foi registrado como homicídio qualificado por traição, emboscada ou outro recurso que impossibilite a defesa da vítima e também por motivo fútil.

Elys responderá também por resistência a prisão, por se negar a ser algemada na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do jardim Piratininga. O caso será investigado pela Polícia Civil.



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