O Dourados News, inovando na cobertura de assuntos que são pautas diariamente elaborou uma série de reportagens especiais sobre Jesus Cristo, não só com bases cristãs, mas das várias religiões que são encontradas em Dourados. O que o leitor vai conferir na série “Faces de Cristo” serão referências bibliografias e opiniões religiosas para tentar explicar a importância da vida e morte de Jesus para cristãos e não cristão.
As reportagens foram feitas buscando na medida do possível a isenção dos fatos e não privilegiar nenhuma religião citada nos textos, de modo que os pontos de vista, às vezes conflitantes, são opiniões dos entrevistados e bibliográficas que não são a opinião oficial do jornal.
Neste primeiro texto serão dadas as versões espíritas, muçulmana e judaica sobre Cristo.
Espiritismo: No espiritismo, fundado em 1857 pelo pedagogo Alan Kardec, explica que “Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus. A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade”, seguindo esta vertente, Jesus não seria o Salvador da Humanidade, como descrito no Cristianismo, mas um “espírito iluminado” que teria deixado seu exemplo para a humanidade.(Federação Espírita Brasileira).
Religião Islâmica: Para a religião islâmica Jesus Cristo teria sido um profeta da mesma grandeza de Moisés, Jacó e outros. "Dize: Cremos em Deus, no que foi revelado, no que foi revelado a Abraão, a Ismael, a Isaac, a Jacó e às(doze) tribos, e no que, de seu Senhor, foi concedido a Moisés, a Jesus e aos profetas; não fazemos distinção alguma entre eles, porque somos, para Ele, muçulmanos.". (Al-Qur´an Sagrado, 3ª Surata, versículo 84 do Alcorão).
Religião judaica: Há vertentes no judaísmo que semelhante aos muçulmanos vêem Cristo como um grande profeta e outros que negam sua existência como tal, o chamando de “falso messias extremista”. Assim existem os judeus messiânicos e os ortodoxos que esperam a chegada do Messias para restaurar o reino judaico e “governar” finalmente o mundo.
No Brasil há inclusive uma comunidade messiânica no Rio de Janeiro: A Congregação Judaico Messiânica Beit Tefilat Yeshua que existe desde 2001, com o objetivo de preservar e difundir os valores e tradições religiosas milenares da religião israelita, sob a ótica e os ensinamentos de Yeshua Hamaschiach (O messias Jesus). (Clique aqui para conhecê-la).
Já quem acredita que Jesus não foi nem Redentor nem profeta, se baseia no princípio que as profecias sobre Jesus só seriam válidas quando Israel estiver habitada em sua maioria por judeus e isso não teria acontecido nem na época de Cristo, e que as revelações para os profetas teriam cessado com a morte Ageu, Zacarias e Malaquias, em 600 a.C.
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