Guta Cunha, do blog Vambora!, já foi para Barcelona pagando metade do valor médio (Foto: Divulgação)A professora de inglês Margarete Nogueira tem uma programação de viagens agitada: um fim de semana por mês ela vai de Brasília a São Paulo para visitar parte da família. Além disso, a professora também procura fazer, mensalmente, uma viagem mais longa. Em outubro, por exemplo, está indo para Alter do Chão, no Pará, e em novembro visitará Olinda (PE), durante o evento de literatura Fliporto.
Margarete é a prova de que viajar sem investir rios de dinheiro requer principalmente planejamento. "Dá para fazer coisas sem gastar tanto", garante. Ela diz que não costuma correr atrás de promoções - sua dinâmica envolve se programar com antecedência. Assim, aproveita os valores mais baixos, compra os bilhetes para todos e, só depois, avisa os parentes que eles têm viagem marcada.
"A família recebe isso superbem", diverte-se. "Porque, na verdade, quando tem promoção é 'pegar ou largar', não tem como consultar as pessoas", justifica Margarete.
A estratégia da professora é a mais indicada por outros experts em viagens. "Compre com antecipação e tenha certeza da data do voo. Alguns finais de semana há promoções, mas não é uma regra. A regra é a lei da oferta e da procura", explica Alexandre Monteleone, gerente de marketing do site Decolar.com.
"Sempre existe a chance de haver alguma grande promoção, mas no geral, ao se comprar com três a quatro meses de antecedência você encontra os melhores preços", diz Guta Cunha, do blog Vambora!. Ela também utiliza comparadores, entre sites e aplicativos, e pesquisa em diferentes dias e horários.
Combinando esses macetes, a blogueira já conseguiu uma passagem de ida e volta saindo de São Paulo com destino a Barcelona por cerca de R$ 1.300, já com taxas, pela Singapore Airlines. A média de preço deste bilhete pela companhia, uma das mais caras a voar esta rota, é de R$ 2.500, sem taxas. "Foi um caso de insistência e trabalho de ficar pesquisando passagens, todo dia, por uns 15 dias, e uma hora apareceu essa promoção", explica.
Já Margarete conta que, no último mês de maio, conseguiu passagens de ida e volta partindo de Brasília com destino a São Paulo por R$ 150, já com taxas - metade do valor médio da tarifa.
Nacionais em alta, internacionais menos atraentes
Atualmente, no entanto, a professora diz ter sentido menos diferença na compra antecipada: as passagens, às vezes, seguem caras mesmo compradas meses antes. Um dos motivos é a grande procura por voos nacionais em tempos de dólar alto.
"Aumentou bastante o número de venda das nacionais, não caiu o preço porque tem muita procura. As empresas estão fazendo algumas promoções pontuais, mas nada muito diferente do que vinha acontecendo", explica Alexandre, ajudando a entender essa percepção de Margarete.
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