O Brasil vai colocar 7 mil homens no patrulhamento dos seus 3,5 mil quilômetros de fronteira com o Uruguai, Argentina e Paraguai durante a Operação Ágata 2. A movimentação começou discretamente e, ontem, tornou-se ostensiva. Por motivos estratégicos, a operação não tem data para acabar. O objetivo é combater o crime na região.
Na sexta-feira a fronteira do Brasil, do Chuí (RS) a Corumbá (MS) ficou "fechada", segundo informou o general Carlos Bolivar Goellner, comandante militar do Sul, ao apresentar a operação à imprensa.
Logo depois, ele explicou que usou o termo “fechada” para informar que foram instalados postos de controle e fiscalização em toda a faixa abrangida pela operação. “As vias principais, os pontos focados pela inteligência, aqueles locais mais previsíveis estarão sendo monitorados”, destacou. “E onde não tivermos tropas serão monitorados pela inteligência.”
Assim como a Ágata 1, ocorrida em agosto na Amazônia, a nova operação faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteira, instituído por decreto presidencial com a previsão de estabelecer uma coordenação conjunta e consensual para atuar nas áreas limítrofes do País.
A Ágata 2 vai levar equipes do Exército, Marinha e Aeronáutica, da Agência Brasileira de Inteligência, das polícias Civil e Militar do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, da Receita Federal, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para pontos de passagem terrestres, lacustres e fluviais.
Os grupos trabalharão integrados, sob coordenação de um comando central, em Porto Alegre, para detectar e impedir tráficos de drogas, armas e animais, contrabando de mercadorias, destruição ambiental e ilícitos fiscais, entre outros crimes típicos de regiões fronteiriças.
Con informações do Estadão
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