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Exército aguarda ONU para retorno de militares a MS

18 janeiro 2010 - 13h00

O Centro de Comunicação Social do Ministério da Justiça informou que ainda não tem uma data prevista para o retorno de militares brasileiros que estão no Haiti e que haviam cumprido o período de trabalho no país antes do terremoto. As guarnições que concluíram o prazo de seis meses de operações no Haiti começaram a ser substituídas em dezembro, mas o processo foi interrompido diante do terremoto que trouxe outras prioridades ao exército, além de ter inviabilizado o tráfego do aeroporto de Porto Príncipe, capital do Haiti.

O Ministério da Justiça confirma que há no Haiti aproximadamente 1.270 militares brasileiros e que a substituição terá continuidade, mas que aguarda uma posição da ONU (Organização das Nações Unidas) para estabelecer uma data. De acordo com informações do CMO (Comando Militar do Oeste) há 28 militares do estado no Haiti. Oito são de Aquidauana, 16 de Jardim e 3 de Campo Grande.

Há também um militar de Cuiabá, já que o Mato Grosso também integra o CMO. Todos eles estavam com data prevista de retorno ao Brasil amanhã, no entanto devem permanecer com os trabalhos na República Dominicana até que o calendário do exército brasileiro seja regularizado diante da situação no Haiti. A assessoria do CMO infirmou ainda que os 28 militares participam das ações de Engenharia de Força de Paz que agora priorizam a limpeza de estradas, remoção de escombros e resgate de sobreviventes no país.

A nova tropa brasileira que deve ser encaminha ao Haiti é a do 12º Comando Militar que integra as regiões do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por enquanto não há informação da necessidade de novos militares de Mato Grosso do Sul para os trabalhos no Haiti.

Ao todo, 18 brasileiros morreram em decorrência dos tremores – incluindo a fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, e o representante especial adjunto do secretário-geral das Nações Unidas (ONU) no Haiti, o diplomata Luiz Carlos da Costa, informou o exército nesta segunda-feira à Agência Brasil. Os militares de Mato Grosso do Sul entraram em contato com suas famílias e avisaram que passam bem.

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