O ex-secretário municipal de Educação, professor Idenor Machado, disse que se o atual presidente do Simted, José Carlos Brumatti, não estivesse “mansamente aceitando apenas o equivalente a um reajuste de 9,2%”, o magistério de Dourados passaria a receber salário de R$ 492,50, por 22 horas, de acordo com o reajuste do salário mínimo, equivalente a 19,2%.
Segundo Idenor, a receita da Secretaria de Educação suporta perfeitamente pagar os encargos do estatuto. A proposta do prefeito Laerte Tetila, em conjunto com a diretoria do Sindicato dos Professores, que inclui o abono, gera uma diferença menor que a implantação do PCCR de pouco mais de R$ 70 mil. “Tenho certeza que é possível a Prefeitura arcar com essa quantia, principalmente porque vem divulgando que conseguiu aumentar a arrecadação”.
Idenor Machado também responsabiliza a atual diretoria do Sindicato por não estar efetivamente defendendo os interesses da categoria. “Por que será que o presidente do sindicato, José Carlos Brumatti, não está exigindo do prefeito Tetila o mesmo que exigiu de outros prefeitos com relação ao reajuste do salário mínimo?”, indaga. Ele comentou ainda que o Sindicato conta com cerca de 200 professores filiados, enquanto a Rede Municipal de Ensino tem em torno de mil profissionais.
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