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Ex-pastor é preso sob suspeita de pedofilia

10 dezembro 2009 - 13h34

A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) do Estado de Santa Catarina, em parceria com a Polícia Civil de Mato Grosso, prendeu, nesta quarta-feira (9), três pessoas acusadas de integrar uma rede de pedofilia que atuava em vários Estados, entre eles, Mato Grosso, Ceará, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

A investigação foi iniciada há nove meses, após o proprietário de uma lan house, em Florianópolis, denunciar à Polícia que um cliente estava acessando conteúdos pornográficos infantis.

Em entrevista coletiva, o delegado Juarez de Souza Medeiros informou que foram expedidos 17 mandados de prisão, sendo três em Mato Grosso, onde foram presos o técnico em Radiologia, F. S. A., 24 (em flagrante), a advogada R.A., 54, e o ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, em Juara (709 km ao Norte de Cuiabá), M.S.B., 33. Este último deve ser transferido para Cuiabá nesta quinta-feira (10). Todos os acusados foram, indiciados por prática de pedofilia.

Segundo a Polícia, no apartamento onde Fagner se encontrava foram apreendidos CPU (memória de computador), máquinas digitais, DVDs piratas pornográficos, celulares e pen-drives. O apartamento é de propriedade de R.A. e fica localizado no bairro Consil, em Cuiabá.

Em depoimento, F.S.A. confessou que recebia email-s com imagens pornográficas de crianças, as repassava para os contatos da rede e ainda as armazenava no computador.

A Polícia não revelou qual a relação existente entre o técnico de Radiologia e a advogada. No entanto, em seu depoimento, ela afirmou que se trata de um amigo da família que estava hospedado em sua casa.

R.A. foi liberada, após prestar esclarecimento, alegando não ter conhecimento de que o computador estava sendo utilizado por Fagner para "distribuir" as imagens. Ela teria auxiliado involuntariamente, segundo a Polícia.

O delegado Juarez Medeiros informou que as fotos são "chocantes" e "monstruosas". São imagens de crianças nuas, se insinuando, e ainda praticando ato libidinoso. Segundo ele, não ficou comprovado, até o momento, que as imagens eram feitas pelas pessoas que distribuíam os e-mails.

"São imagens estarrecedoras, as fotos de crianças praticando sexo oral. A partir de agora, vamos investigar de onde são as crianças e a origem das imagens", afirmou o delegado. O inquérito deverá ser concluído em 10 dias e encaminhado para o Ministério Público, para oferecimento de denúncia.

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