Jamil Félix Naglis Neto, ex-assessor do deputado João Grandão (PT) e atual diretor da Agiosul - Imprensa Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul - insinuou que poderá incriminar o parlamentar após as eleições. A informação foi divulgada hoje pelo colunista Fernando Soares. Na coluna publicada em vários veículos, entre eles o jornal “O Progresso”, Fernando diz que Jamil está prometendo que “mostrará a verdade para todos depois do dia 5 de outubro”. O ex-assessor foi acusado pela CPI dos Sanguessugas de ter recebido, em uma conta da Caixa Econômica, R$ 15 mil em forma de dois depósitos, como pagamento de propina ao deputado João Grandão. Os comprovantes dos depósitos foram tornados públicos após a aprovação do relatório da CPI, mas o deputado afirma que, na época em que o dinheiro foi depositado, Jamil já não era mais seu assessor. De acordo com o colunista Fernando Soares, “Jamil Naglis tem reclamado que vem sofrendo isolamento do deputado João Grandão. Ele era coordenador de campanha do deputado e foi colocado de lado depois do escândalo. Há mais de três semanas ele tenta falar pelo celular com Grandão e só é atendido por assessores. Antes do escândalo falavam-se todos os dias”.
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