O líder indígena Agemir Freitas da Reserva indígena de Ponta Porã, disse que não suporta mais que a nação Guarani/Kaiowá seja tratada como criança pelo Governo em relação a demarcação de terras no Estado. Segundo ele a principal reinvindicação de sua comunidade é a homologação das terras indígenas que eles têm direito na fronteira.
Ele explicou que a luta já vem de 12 anos e que já foram reconhecidos como terras indígenas mais de 8 mil hectares, porém só lhes foi autorizado utilizar 1,080 hectares do espaço pelas 480 famílias que moram no local. “Estamos cansados de ser tratados como criança. O que vivemos na Reserva é uma aflição. As autoridades não respeitam a gente como humanos. Os Guarani/Kaiowá se sentem jogados perante a Justiça”, disse ele.
Ele disse ainda que só há violência na Reserva pois não há espaço para as famílias produzirem. “Aí gera violência e desnutrição”, disse ele.
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