Boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (26) pela Secretaria de Estado de Saúde revela que houve 103 casos de síndrome respiratória aguda grave com pacientes hospitalizados desde o dia 19 de outubro. Nesse intervalo de tempo, o total de 2021 subiu de 30.013 para 30.116.
Apesar dessa publicação ser referente à Influenza, não houve diagnósticos e tampouco óbitos atribuídos à doença e suas variantes A (subtipadas H1N1, H3N2) e B.
Quanto ao total de casos de síndrome respiratória aguda grave com pacientes hospitalizados em Mato Grosso do Sul neste ano, 16.566 (55,0%) incidiram no sexo feminino e 13.550 (45,0%) no masculino.
Em relação às faixas etárias, foram 835 (2,8%) notificações entre menores de um ano de idade, 1.121 (3,7%) de um a nove anos, 404 (1,3%) de 10 a 19 anos, 1.566 (5,2%) de 20 a 29 anos, 3.669 (12,2%) de 30 a 39 anos, 5.157 (17,1%) de 40 a 49 anos, 5.930 (19,7%) de 50 a 59 anos, 4.873 (16,2%) de 60 a 69 anos, 3.774 (12,5%) de 70 a 79 anos, e 2.787 (9,3%) acima de 80 anos.
Dos municípios, Campo Grande soma 12.200 notificações no ano, Dourados 2.192, Três Lagoas 1.671, Naviraí 1.301, Ponta Porã 1.176, Corumbá 1.033, São Gabriel do Oeste 525, Nova Andradina 458, Aquidauana 441, Chapadão do Sul 426, Maracaju 419, Sidrolândia 419, Coxim 406, e Paranaíba 406. Os demais têm menos de 400.
Embora a Influenza não tenha sido causa atribuída a óbitos em Mato Grosso do Sul neste ano, matou oito sul-mato-grossenses em 2020. Um ano antes, em 2019, houve 68 vítimas.
Em 2018 foram 33 vidas perdidas, seis em 2017 e 103 em 2016. Em 2015 foram sete, em 2014 totalizaram 29, e em 2013 o número chegou a 15. Também morreram oito em 2012 foram oito, em 2012 e 27 em 2009.
Nessa série histórica computada pela Secretaria de Estado de Saúde, Mato Grosso do Sul não perdeu vidas para a Influenza em 2010 e em 2011.
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Quanto ao total de casos de síndrome respiratória aguda grave com pacientes hospitalizados em Mato Grosso do Sul neste ano, 16.566 (55,0%) incidiram no sexo feminino - Crédito: Saul Schramm/Divulgação SES-MS