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Polêmica do Corinthians e 'documento' esfriam negócio entre Santos e Caixa

08 março 2013 - 13h34

As negociações entre o Santos e a Caixa Econômica Federal, que estavam num estágio avançado, esfriaram nesta semana. Representantes de ambos os lados apresentaram um motivo que, ao menos momentaneamente, impede a concretização do negócio. O banco aguarda um desfecho para a polêmica envolvendo o Corinthians, já que o advogado gaúcho Antonio Beiriz conseguiu que a 6ª Vara Federal de Porto Alegre concedesse uma liminar que interrompe o pagamento da Caixa ao clube do Parque São Jorge, patrocinado pelo banco estatal.

Por parte do Santos, há a pendência sobre a falta da Certidão Negativa de Débito (CND) que a diretoria ainda não conseguiu resolver. O documento serve para comprovar que o clube não tem dívidas com o governo federal. O departamento jurídico ainda não conseguiu a regularização.

Além de buscar a Certidão Negativa de Débito, os dirigentes santistas também ficaram temerosos após a polêmica entre Caixa e Corinthians vir à tona. O advogado gaúcho pediu o cancelamento do patrocínio, alegando que um banco estatal não pode realizar propagandas em instituições que visam ao lucro.

O Santos não pretende cancelar as negociações com a Caixa Econômica Federal, porém, já começa a dar mais atenção as outras empresas interessadas em fechar o patrocínio master de sua camisa. Philco, Hypermarcas, Ford Caminhões e Hyundai seguem em pauta na Vila Belmiro.

O Comitê Gestor do Santos quer lucrar pouco mais de R$ 20 milhões com o patrocínio master da camisa, já que pretende atingir o valor de R$ 40 milhões com seu uniforme. Na temporada passada, o clube faturou aproximadamente R$ 35 milhões com essa receita.

Os valores com a Caixa também não estavam definidos. O banco, que paga cerca de R$ 30 milhões ao Corinthians, ofereceu cifras bem menores ao time da Vila Belmiro.

O Santos já explora praticamente toda a sua camisa. Enquanto negocia o patrocinador master, o marketing santista fechou com a Corr Plastik (barra da camisa e calções) por R$ 7 milhões e com a Minds Idiomas (próximo ao colarinho) por valor não revelado.

Além disso, o Santos renovou contrato com a CSU, processadora e administradora de cartões de crédito, por R$ 2,2 milhões. A empresa pagou 10% a mais para expor sua marca até o fim deste ano. O antigo vínculo rendia ao clube R$ 2 milhões.

A marca que ficar com o patrocínio master do Santos substituirá o BMG, que ocupou o espaço entre 2011 e 2012. O antigo parceiro ainda foi o responsável por ajudar o clube na compra do argentino Montillo. O banco pagou 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,7 mihões) à vista ao Cruzeiro, e ainda conseguiu vender 20% dos direitos econômicos que detinha do jogador por 2 milhões de euros (cerca de R$ 5 milhões) ao clube alvinegro.

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