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Escassez de água é tema do Seminário de Meio-Ambiente

23 maio 2006 - 08h42

Água mais cara que o petróleo. O questionamento mundial que já se faz, aparentemente improvável, é um indicativo dos reflexos com o mau uso dos recursos hídricos, sobretudo os não-renováveis, pode acarretar para o planeta nas próximas décadas. O assunto foi amplamente debatido ontem, durante o Seminário de Meio Ambiente que faz parte da programação do 3º Festival América do Sul, em Corumbá.Para um dos palestrantes, Luiz Amore, pesquisador do Uruguai e integrante do programa transfronteiriço de proteção ambiental e uso sustentável do Aqüífero Guarani, não se admite que o petróleo, um recurso não-renovável, venha a custar menos do que a água, “que continuará caindo do céu”. Porém, a grande questão é: como cuidar dessa água, entender a sabedoria da natureza e ter políticas de gestão.O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, contudo são mal distribuídos. A região norte concentra 68% das águas brasileiras e 7% da população do País. Ao contrário do sudoeste, onde a escassez é um fato em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. A região representa 43% da população brasileira e dispõe de apenas 6% dos recursos hídricos, com índices alarmantes de poluição e contaminação de rios.Para a América do Sul, o aqüífero guarani, maior manancial de água doce subterrâneo do mundo, constitui-se em estratégica reserva para o abastecimento da população, para o desenvolvimento das atividades econômicas, entre elas o turismo, e lazer. Contudo, segundo Luiz Amore, a maior ameaça a este reservatório de proporções gigantescas (ocupa uma área de 1,2 milhão de km2), é o seu desconhecimento.Grande avanço

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