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Entidades ambientais discutem mortandade no Rio Paraná

28 novembro 2006 - 08h15

A mortandade de peixes no rio Paraná, principalmente da espécie armal (conhecido como abotoado), será discutida na próxima segunda-feira, em Porto Primavera , por entidades ambientais de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. A situação foi detectada há pelo menos três meses por pescadores de Mundo Novo e ainda não foi esclarecida. Laudos apontaram que os peixes estavam contaminado por cobre, metal pesado e cancerígeno.

Conforme o superintendente da Sema (Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), Thomaz Liparelli, por enquanto, são cogitadas duas hipóteses. Na primeira, a contaminação é proveniente de uma empresa de São Paulo, que produz eletroeletrônico e utiliza cobre. Outra justificativa, esta para os peixes que estão morrendo mesmo sem ser constatada a presença de cobre, é a toxina secretada por uma alga do grupo das cianofíceas.

“O objetivo é desenvolver um trabalho minucioso, cujo resultado deve ser conhecido em 30 dias”, afirmou o superintendente de Pesca em entrevista ao jornal Bom Dia MS, da TV Morena. O resultado da coleta de água e plantas aquáticas feita no início de novembro deve ser apresentado na próxima semana pela Universidade Estadual de Maringá. A orientação é para que a população não consuma o peixe abotoado.

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