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Engenheiros e arquitetos passam a conhecer detalhes do ZEE

10 abril 2008 - 17h47

Uma reunião realizada na manhã desta quinta-feira (10/04), no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Mato Grosso do Sul (CREA-MS), teve como objetivo apresentar o Zoneamento Econômico-Ecológico (ZEE) à comunidade de engenheiros e arquitetos urbanistas de Mato Grosso do Sul.

O coordenador técnico do grupo responsável pela elaboração deste trabalho, engenheiro Sérgio Yonamine, apresentou o ZEE como “uma ferramenta indispensável ao planejamento estratégico do governo de Mato Grosso do Sul, que tem como meta desenvolver as potencialidades do estado de modo que estas se revertam em benefício das cidades e da população”. Ele disse ainda que os resultados positivos do ZEE deverão ser observado a médio e longo prazos. “Tudo é parte de um processo que, como tal, vai se desenvolvendo e consolidando aos poucos”, lembrou Yonamine.

Representando a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL) estiveram presentes na reunião, Dácio Queiroz, o diretor-secretário da entidade, e o assessor de meio-ambiente e assuntos fundiários, Josiel Quintino dos Santos.

Segundo Dácio, que é também coordenador político do ZEE, “a FAMASUL, assim como diversas outras entidades da sociedade civil organizada sul-mato-grossense, tem consciência da importância do ZEE para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul, daí a colaboração prestada por todos na elaboração do ZEE”.

O diretor secretário informou que nos dias 5 e 16 de maio, o grupo responsável pelo Zoneamento vai ouvir representantes de diversos segmentos do agronegócio do estado. “O setor vai trazer informações, ponderações e apresentar suas contribuições ao ZEE. A intenção é colaborar para que o almejado desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul seja alcançado sem que isso represente um ‘engessamento’ das atividades relacionadas ao setor produtivo. Não podemos permitir que sejam criadas ! normas e leis que de alguma forma cerceiem as atividades do agronegócio, base econômica do estado”, concluiu o diretor–secretário da FAMASUL.

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