Uma empresa chinesa que já tentou vender terrenos na Lua perdeu o apelo contra uma decisão judicial que a proibiu de vender sacos com "ar da Copa do Mundo", informou a imprensa estatal nesta quarta-feira (20).
A agência de notícias Xinhua disse que a companhia Beijing Lunar Village Ciência Aeronáutica e Tecnologia Co. perdeu o processo contra o Departamento de Indústria e Comércio de Pequim, que recusou sua proposta para vender "ar especial de um lugar especial".
Em dezembro passado, a Corte Popular do distrito de Chaoyang decidiu contra a proposta da companhia de vender sacos plásticos verdes cheios de ar dos estádios que sediaram os jogos da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.
Li Jie, o diretor executivo da companhia, planejou vender os sacos com ar para fãs de futebol por 50 yuan (cerca de R$ 13) cada.
A Xinhua informou que a Segunda Corte Intermediária Popular de Beijing também decidiu contra o apelo da companhia, dizendo que “o ar é um conceito muito vago e instável para ser colocado em uma classificação comercial”.
Li registrou sua companhia pela primeira vez em setembro de 2005, vendendo propriedades individuais de um acre do solo lunar por 298 yuan (cerca de R$ 80). Mas um mês depois o Departamento de Indústria e Comércio de Pequim revogou a licença da firma, afirmando que a companhia não pode vender algo que não possui, informou a Xinhua.
Li processou a autoridade, mas o caso foi rejeitado em novembro de 2006 pela corte do distrito de Haidian. Um apelo para a Primeira Corte Intermediária Popular foi rejeitado em março.
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