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ECT propõe reajuste de até 20% para grevistas

12 setembro 2003 - 14h42

O Ministério de Comunicações e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) chegaram a duas propostas a serem oferecidas aos carteiros, em greve desde ontem. A primeira concede reajuste entre 4 e 20% conforme faixa salário e a segunda propõe reajuste entre 6 e 16%, também de acordo com o salário. Os funcionários dos correios devem analisar as propostas em assembléias no final da tarde de hoje, nas capitais. As propostas foram apresentadas em reunião, ontem à noite, entre o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Distrito Federal (Sintect/DF), Moysés Leme, e o Ministro das Comunicações, Miro Teixeira. Após, Teixeira se reuniu com integrantes do comando de negociações da greve dos funcionários da ECT. A diretoria da ECT, após reunião na manhã de hoje, em Brasília, reafirmou que o índice de paralisação corresponde a 18,82% dos funcionários, um total de 18.452 empregados parados. A Federação dos Sindicatos dos Correios, no entanto, afirmou que a previsão é de que 70% a 80% dos funcionários em todo país estão parados. Ontem aderiram à greve os estados de PA, RN, GO, TO, além da cidade de Juiz de Fora (MG). Só faltam aderir MT, MS e SE, que devem fazê-lo na assembléia de hoje, segundo a Federação. Em todo o país, os funcionários estarão participando hoje de assembléias para decidir sobre a paralisação. Em São Paulo, a reunião ocorre às 15h na Praça da Sé. No Rio Grande do Sul, 400 mil correspondências deixaram de ser entregues na região metropolitana de Porto Alegre por causa da paralisação. Segundo o Sindicato Gaúcho dos Trabalhadores em Empresas Postais, Telegráficas e Similares, a adesão ao protesto atingiu 90% das agências no estado. Com relação às declarações do ministro das Comunicações, Miro Teixeira, pedindo que o funcionamento continuasse equilibrado, para não correr risco de privatização, a Federação disse que os Correios não estão no patamar de serviços essenciais, por isso, não precisam fazer regime de emergência para manter o funcionamento das agências. Os grevistas, paralisados desde ontem, reivindicam reposição de perdas salariais de 1994 a 2002 e aumento do piso salarial de R$ 385,00 para R$ 1.500,00. A empresa estimava, ontem que 18% dos funcionários tivessem aderido ao movimento. O percentual equivale a 18.452 empregados parados.

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