Nesta quinta-feira, dia 20 de janeiro, a operação padrão feita por auditores fiscais da Receita Federal completou 25 dias em Mato Grosso do Sul e cerca de 500 caminhões aguardam em filas. Durante a ação, os veículos passam por análise de documentação e vistoria rigorosa, que demora 24 horas.
Os municípios afetados pela operação são Corumbá, Mundo Novo e Ponta Porã. De acordo com o Sindifisco (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), a operação é um protesto contra corte de R$ 1,2 bilhão no orçamento do órgão para este ano, descumprimento de acordo sobre regulamentação de pagamento de bônus e falta de concurso público.
Antes, a fiscalização demorava quatro horas, mas com o aumento para 24 horas houve geração de filas. As informações do sindicato são que o local mais crítico é no Porto Seco de Corumbá, em que mais de 200 carretas passam diariamente.
Último levantamento feito no local contabilizou que 313 veículos estavam no pátio do porto, enquanto outros 27 estavam fora, todos esperando fiscalização. Já em Mundo Novo, na fronteira com o Paraguai, o pátio da aduana acumula cerca de 70 caminhões.
Em Ponta Porã, cerca de caminhões também esperam pela liberação alfandegária. De acordo com o Sindifisco, há duas semanas a cidade sofre com desabastecimento de alguns produtos, como cimento, devido às filas.
Também parte do movimento, em dezembro, auditores fiscais que ocupavam funções de chefia nas unidades da Receita no Estado e em todo o país entregaram os cargos, incluindo os delegados e adjuntos das aduanas de Corumbá, Ponta Porã, Mundo Novo e Campo Grande.
Até o momento, não houve novos posicionamentos do Governo Federal e, por isso, não há expectativa de fim para a operação.
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Pátio da unidade da Receita Federal em Mundo Novo com cerca de 70 caminhões. - Crédito: (Divulgação/Sindifisco)