O presidente da Fiems, Sérgio Longen, reuniu-se, nesta sexta-feira (22/01), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), com os diretores do Sindicer/MS (Sindicato das Indústrias de Cerâmicas de Mato Grosso do Sul) e do Silems (Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado) para levantar as demandas das indústrias dos dois segmentos e que vão integrar o Mais Empregos, um programa de recuperação de postos de trabalho que está sendo elaborado pela Federação em parceria com a Famasul, Faems, Fecomércio-MS, FCDL, Sebrae/MS e Governo do Estado.
Segundo Sérgio Longen, o objetivo do plano de ação é buscar caminhos para o aumento na geração de mais empregos em todas as regiões de Mato Grosso do Sul. “Queremos avançar nessa questão para conseguir recuperar o nível de emprego existente antes do início da crise econômica nacional. Os números de desempregados no nosso Estado hoje são assustadores, tanto na indústria, quanto nos outros setores da economia sul-mato-grossense”, declarou, informando que, nesta segunda-feira (25/01), vai reunir-se com os diretores do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção do Estado) e do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul) para ouvir as demandas desses dois importantes segmentos industriais.
Ele disse ainda que já foi realizada uma reunião preliminar com os presidentes da Famasul, Faems, FCDL e Fecomércio-MS, bem como com o superintendente do Sebrae/MS, e agora o Programa está na fase de coleta de dados por parte de cada entidade junto aos seus associados. “Vamos evoluir para criar esse plano de recuperação de empregos e apresentá-lo ao governador Reinaldo Azambuja nos primeiros dias de fevereiro”, informou, lembrando que também já esteve reunido com o governador e com os secretários estaduais Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégicas) e Jaime Verruck (Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico). “Na próxima semana, vou me encontrar com o secretário estadual de Fazenda, Márcio Monteiro, para alinhar alguns pontos”, reforçou.
Para o presidente do Sindicer/MS, Natel Moraes, o segmento tem alguns gargalos que impedem o crescimento das indústrias, tais como a informalidade e a falta de mercado. “Houve uma redução dos programas habitacionais dos governos federal e estadual, além disso, estamos enfrentando uma forte concorrência com a produção informal, que traz produtos de outros Estados. Isso acaba dificultando a geração de mais postos de trabalho pelo segmento aqui em Mato Grosso do Sul”, reclamou.
Já a diretora do Silems, Milene Nantes, elencou que a questão tributária, a dificuldade de encontrar trabalhadores qualificados e o baixo consumo de produtos lácteos dificultam a abertura de novas vagas. “A reunião foi muito produtiva porque todos queremos crescer e contribuir para o desenvolvimento do Estado. Esperamos que possamos construir ações que resultem no aumento de mais postos de trabalho em Mato Grosso do Sul”, pontuou.
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