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LOGÍSTICA

Governador diz que ferrovia Dourados-Paranaguá consolida fronteira do agronegócio

28 novembro 2017 - 11h43Por Da Redação

O governador Reinaldo Azambuja participa nesta terça-feira (28.11), em São Paulo, da apresentação do projeto de implantação de um tronco ferroviário ligando Dourados ao porto de Paranaguá, no Paraná. A apresentação da proposta marca o lançamento do Procedimento de Manifestação de Interesse, que estipula 60 dias para adesão de investidores ao projeto de viabilidade econômica.

Os estudos de viabilidade estão orçados em R$ 25 milhões. Já os investimentos na implantação da ferrovia estão estimados em R$ 10 bilhões. O lançamento da ferrovia será feito às 15h (MS), no Hotel Sheraton WTC, Brooklin Novo, em São Paulo.

O projeto, coordenado pela Ferroeste com a interlocução dos governos do Paraná e de Mato Grosso do Sul está despertando o interesse dos setores produtivos em razão da ampliação da capacidade de embarque no porto de Paranaguá, que deve chegar a 80 milhões de toneladas até 2020. MS e PR respondem por 30% de toda produção de grãos do Brasil.

O novo tronco da Ferroeste terá mil quilômetros em dois trechos – Dourados-Cascavel e Paranaguá-Guarapuava. No trecho de Mato Grosso do Sul, a Ferroeste será interligada ao ramal da ferrovia Rumo, que liga Itahum (Dourados) a Maracaju, Sidrolândia, Campo Grande e aos extremos Leste (Três Lagoas) e Oeste (Corumbá).

“É com grande motivação que participamos do lançamento desse projeto ferroviário que vai, sem dúvida, expandir a fronteira do agronegócio no Centro-Oeste brasileiro e contribuir com a afirmação da economia brasileira”, diz o governador Reinaldo Azambuja. “Não temos dúvida que a Ferroeste nos permitirá preparar Mato Grosso do Sul e o Paraná como uma das principais fronteiras do agronegócio”.

Segundo o governador, para Mato Grosso do Sul, que está no eixo da rota de integração latino-americana “abre-se a perspectiva de implantação, em menor tempo, do corredor ferroviário bioceânico, interligando os portos de Paranaguá (PR) e Santos (SP) aos terminais chilenos de Antofagasta, Mejillones, Iquique e Arica, e Ilo, no Peru. Os investimentos na Ferroeste não significarão apenas um suporte fantástico à expansão das fronteiras de produção de alimentos, com o fortalecimento da economia, mas também, progresso social, melhor qualidade de vida urbana, ampliando as oportunidades com geração de emprego e renda”.

Para o Estado, que está se consolidando como um dos principais polos de produção de grãos, carne e celulose, a logística é o principal foco ao desenvolvimento sustentado, segundo o secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli. “A Ferroeste vai nos permitir estabelecer um sistema intermodal estratégico, graças às hidrovias Paraguai-Paraná”, destaca. 

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