O dólar comercial fechou esta terça-feira (19) em alta de 0,51%, a R$ 4,055 na venda. Esse é o maior valor de fechamento desde 29 de setembro, quando a moeda terminou o dia valendo R$ 4,059.
Na véspera, a moeda norte-americana havia caído 0,29%.
Antes da abertura dos negócios no Brasil, a China divulgou que sua economia cresceu 6,9% em 2015, dentro do esperado, mas no menor nível desde 1990, quando avançou 3,8%.
Investidores acreditam que o governo chinês vai combater a desaceleração de sua economia com novos estímulos. Hoje, o banco central da China afirmou que vai injetar 600 bilhões de yuans em fundos no mercado para aumentar a oferta de dinheiro no médio prazo.
"Os dados da China apontam para uma desaceleração, mas gradual, que deve ser acompanhada de mais estímulos por parte das autoridades do país", escreveram analistas da corretora Guide Investimentos, em nota a clientes.
No cenário nacional, investidores continuavam preocupados com as incertezas sobre a política e a economia.
Nesta manhã, o FMI (Fundo Monetário Internacional) piorou a perspectiva de contração da atividade econômica brasileira em 2016 e não vê mais retomada do crescimento em 2017, o que deve pesar sobre a economia mundial como um todo.
Pouco depois, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, alimentou as dúvidas do mercado ao afirmar que o BC leva em consideração todas as informações relevantes e disponíveis nas suas decisões. O BC define amanhã a nova taxa básica de juros (Selic).
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