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MERCADO FINANCEIRO

Dólar sobe e fecha a R$ 5,52, maior patamar desde 1º de agosto

17 dezembro 2025 - 17h20Por G1

O dólar fechou em alta de 1,09% nesta quarta-feira, dia 17 de dezembro, cotado a R$ 5,5222 — maior valor desde 1º de agosto, quando encerrou a R$ 5,5445. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava 0,97% por volta das 17 horas, aos 157.046 pontos.

Os investidores reagiram a fatores políticos e geopolíticos, em um dia de agenda econômica com poucos indicadores relevantes. Dessa forma, declarações de autoridades dos Estados Unidos e cenários para a eleição de 2026 pesaram sobre o clima nos mercados.

No cenário internacional, Donald Trump deve se pronunciar à noite em sua rede social. A fala ganha peso diante do aumento das tensões envolvendo a Venezuela. Na véspera, ele afirmou que o país estaria “completamente cercado” e determinou um bloqueio total a petroleiros sancionados que entram ou saem de lá.

O presidente americano também acusou o governo venezuelano de se apropriar de petróleo e terras norte-americanas. Com isso, os preços da commodity sobem no mercado internacional: por volta das 17h, o barril do Brent para fevereiro avançava 2,09%, cotado a US$ 60,15, após ter registrado na véspera o menor nível desde fevereiro de 2021.

Com a agenda local esvaziada para os investidores, eles concentram o foco nos pronunciamentos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ao longo do dia. Christopher Waller fala pela manhã, seguido por John Williams e Raphael Bostic, em busca de sinais sobre os rumos da economia americana.

No Brasil, a nova pesquisa eleitoral da Genial/Quaest passou a influenciar os mercados, à medida que a corrida presidencial de 2026 entra no radar dos investidores. Divulgado na tarde de ontem, o levantamento mostrou o presidente Lula na liderança, seguido por Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, o que indica uma fragmentação das forças entre os possíveis candidatos de centro-direita.

Agentes do mercado acreditam que a manutenção do governo atual tornaria mais difícil realizar ajustes robustos nas contas públicas, o que impacta negativamente o Ibovespa e o câmbio.

Em meio à repercussão política, o Ibovespa recuou 2,4% na terça-feira, encerrando uma sequência de quatro altas seguidas. O índice chegou a cair para 158.577 pontos após tocar a máxima do dia acima dos 162 mil.

Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado:

Dólar

Acumulado da semana: +2,06%;

Acumulado do mês: +3,51%;

Acumulado do ano: -10,64%.

Ibovespa

Acumulado da semana: -1,36%;

Acumulado do mês: -0,31%;

Acumulado do ano: +31,84%.

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