O sonho de uma nova Ceasa (Central de Abastecimento de Alimentos) em Mato Grosso do Sul está cada vez mais perto da realidade. Em entendimento unânime, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Dourados (CMDR) aprovou, em votação, a cedência de uma área de 4 hectares para construção do Ceasa no Município.
Segundo o coordenador regional da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) de Dourados, Flávio Ferreira, a seção foi de fundamental importância para que o projeto saia do projeto e ganhe o canteiro de obras.
O próximo passo, agora, de acordo com Flávio é a assinatura do termo de doação entre prefeitura e governo do Estado. “A Agraer já está com um trabalho bem adiantado, inclusive, engenheiros já foram ao local para uma visita técnica. O que falta é a doação oficial, em escrito”, disse.
Sonho antigo
O complexo será construído pelo Governo do Estado, em uma área de quatro hectares, doada pela Prefeitura. O terreno escolhido fica situado à beira da rodovia 163, via que liga a cidade aos municípios vizinhos e também facilita o acesso as linhas de fronteira de outros estados. Por conta disso, o espaço já é considerado privilegiado, devido a facilidade de escoamento de produção.
Conforme dados da Secretaria do Estado de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf) e Agraer, o projeto da Ceasa da Grande Dourados está orçado em R$ 5 milhões. Assim que ficar pronto, a nova Ceasa poderá ser utilizada por agricultores individuais ou aqueles organizados em grupos, como associações ou cooperativas, desde que devidamente regularizados.
Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com apenas um complexo de distribuição de alimentos, que atende Campo Grande e região. O novo empreendimento do executivo Estadual pretende viabilizar o atendimento da produção de alimentos de Dourados e cidades próximas. Cerca de um milhão de habitantes vivem no Município e região – que compreende 38 municípios.
Para que o projeto saia do papel, o diretor presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Enelvo Felini, iniciou as negociações, em janeiro, logo que assumiu o posto junto ao governo do Estado, através de parcerias com a prefeitura, secretaria municipal de agricultura, e câmara do Município, bem como outras entidades públicas ligadas a agricultura familiar da região.
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