####Dólar fecha em queda de 1,43%, a R$ 1,590
O dólar fechou em queda de 1,43%, cotado a R$ 1,590. Na mínima do dia, a moeda norte-americana recuou 1,49%, a R$ 1,5890.
####Ouro fecha em alta de 0,88%
Os contratos de metais básicos fecharam sem direção comum, em uma sessão com baixo volume de negócios na London Metal Exchange (LME). Os participantes do mercado afirmam que os preços devem procurar pistas nos desenvolvimentos macroeconômicos e nos mercados de ações nos próximos dias.
Na rodada livre de negócios da tarde (kerb), o contrato de cobre para três meses fechou em alta de US$ 42,00 (0,47%), a US$ 8.907,00 a tonelada. O estanho perdeu US$ 200,00 (0,81%), a US$ 24.450,00 por tonelada. O cobre na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em leve alta. O contrato para setembro ganhou US$ 0,02 (0,50%), a US$ 4,032 por libra-peso.
A alta nos mercados de ações ajudou a melhorar o apetite por risco, beneficiando os metais. Além disso, eles também receberam suporte da queda do dólar, que torna os metais mais baratos para compradores que utilizam outras moedas. Mas muitos investidores permanecem receosos em recompor sua exposição a ativos de risco, devido à incerteza sobre o crescimento global.
Entre os metais preciosos, o ouro também foi beneficiado pela fragilidade do dólar. Na Comex, o contrato para dezembro ganhou US$ 15,40 (0,88%), a US$ 1.758,00 a onça-troy. Segundo Dave Meger, diretor de negociação de metais da Vision Financial, os investidores estão retornando para o ouro à medida que indicadores técnicos apontam para novos ganhos. Um desses indicadores é o fato do ouro ter se mantido acima de US$ 1.730,00. “O caminho de menor resistência parece ser para cima, então o mercado está lentamente construindo esse nível de suporte”, comentou.
Paralelamente, rumores de que a Suíça pode atrelar o franco ao euro também dão suporte ao ouro. “Qualquer tipo de mudança na dinâmica do câmbio leva as pessoas a comprar a moeda amarela – o ouro”, disse Adam Klopfenstein, estrategista da MF Global. As informações são da Dow Jones.
####Mercado reduz projeções de inflação e mantém de Selic
O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação em 2011, segundo o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC). A projeção para a inflação em 2012 também foi reduzida. De acordo com a pesquisa, a expectativa para a inflação oficial neste ano caiu de 6,28% para 6,26%, em um patamar distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50%. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.
A projeção para a inflação em 2012 foi reduzida de 5,27% para 5,23%. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto de 2011 caiu de 0,28% para 0,27%. A estimativa para o IPCA de setembro foi reduzida de 0,36% para 0,35%.
Para o mercado financeiro, a crise pode ter reflexo no crescimento do País. O mercado reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 de 3,94% para 3,93%, segundo o boletim Focus. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia foi mantida em 4%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 caiu de 3,01% para 3%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria foi mantida em 4,30%.
####Juros e dólar
De acordo com a pesquisa Focus, os analistas mantiveram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011 em 12,50% ao ano. Atualmente, a taxa está em 12,50% ao ano. A projeção para a Selic no fim de 2012 também seguiu em 12,50% ao ano.
Para o mercado de câmbio, os analistas preveem que o dólar encerre 2011 em R$ 1,60, mesmo patamar estimado na semana anterior. A projeção do câmbio médio no decorrer de 2011 subiu de R$ 1,59 para R$ 1,60. Para o fim de 2012, a previsão para o câmbio foi mantida em R$ 1,65.
####Contas externas
A previsão do mercado financeiro para o déficit em conta corrente neste ano caiu de US$ 59 bilhões para US$ 57,97 bilhões. Para 2012, o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos estimado caiu de US$ 68,90 bilhões para US$ 68,25 bilhões.
A previsão de superávit comercial em 2011 seguiu em US$ 22 bilhões. Para 2012, a estimativa para o saldo da balança comercial foi elevada de US$ 10,65 bilhões para US$ 10,85 bilhões.
Analistas mantiveram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2011 em US$ 55 bilhões. Para 2012, a previsão seguiu em US$ 50 bilhões.
####Exportação já supera meta do governo para este ano
As exportações brasileiras já superaram a meta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a projeção do Banco Central para este ano. Até a segunda semana de agosto, as vendas externas somaram US$ 151,769 bilhões. A meta do MDIC é de US$ 145 bilhões em 2011, mas o número será elevado no final deste mês. Já o Banco Central estima vendas externas de US$ 150 bilhões. Por outro lado, as importações acumuladas até a segunda semana de agosto ainda não atingiram a estimativa do Banco Central, de US$ 135 bilhões. Elas chegaram a US$ 134,263 bilhões. O MDIC não tem meta para as importações.
Segundo os dados divulgados hoje, as exportações nas duas primeiras semanas de agosto alcançaram US$ 11,214 bilhões, e as importações US$ 9,794 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,42 bilhão. Houve crescimento nas três categorias de exportação.
Fonte: Agência Estado
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