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Chuva abre cratera na BR-163 e interrompe trânsiro entre MT e MS

27 janeiro 2013 - 10h07

Uma cratera de aproximadamente 16 metros de largura se abriu na manhã deste sábado (26) no asfalto da rodovia federal BR-163 no estado do Mato Grosso, a cerca de 70 quilômetros do município de Rondonópolis. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o rompimento ocorreu no km 46. Uma longa fila de veículos chegou a se formar.

A interdição forçou parte dos motoristas com destino a Campo Grande, no Mato Grosso do Sul a desviarem por estradas vicinais, mas o barro acabou deixando mais de 20 carretas atoladas pela região, segundo o posto da PRF em Rondonópolis.

Imagens capturadas por condutores e postadas em redes sociais mostram que o rompimento da pista ocorreu de um lado ao outro, tornando o trecho absolutamente intransitável. Outras imagens mostram pedaços de manilhas, soltas da terra sob o asfalto, em meio à enxurrada provocada pelas chuvas na região desde a noite anterior.

Uma empresa terceirizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) já deslocou equipe para o local a fim de iniciar a recuperação da pista, mas por enquanto não há previsão de quando ela será liberada para os condutores trafegando entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Agentes da PRF estão também tentando convencer motoristas e caminhoneiros a desistirem de seguir viagem ou a tomar algumas das alternativas de desvio.

Para os veículos pesados como carretas, caminhões ou ônibus, cujo fluxo é quase constante no trecho, a orientação da PRF é para que, caso se destinem a Mato Grosso do Sul, saiam de Rondonópolis e rumem para o município de Alto Taquari, a 509 km de Cuiabá, por meio da rodovia federal BR-364.

A volta a ser feita é longa, com mais de 100 km de distância, segundo a policial rodoviária Carla Santana, do posto de Rondonópolis, mas é a mais segura para os pesados porque a rota está toda asfaltada. Carretas carregadas com cerca de 60 toneladas chegaram a se aventurar por estradas não pavimentadas e acabaram atolando no barro em meio a fazendas sem qualquer socorro por perto. Por isso, as estradas vicinais são alternativas apenas para os veículos de menor porte, mas a PRF reforça a orientação para que os motoristas prefiram utilizar a BR-364.

Caso os motoristas optem por fazer desvio pela rodovia estadual MT-100, também devem estar atentos à restrição contra os veículos pesados, visto que há 23 km de estrada de chão e pontes de madeira no trajeto que podem não suportar grandes cargas.

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