A auxiliar de expedição Marilene Garais, de 34 anos, consegue fazer o que considera “milagre” todos os meses: sustenta uma família de quatro pessoas com apenas um salário mínimo – R$ 545. São dois filhos e um neto.
“A gente aperta os cintos, deixamos para pagar uma ou outra conta no próximo mês ou adiamos a roupa nova, o sapato novo das crianças – damos um jeito. O importante é que o essencial, o alimento, não falte – e esse nunca falta, graças a Deus”, relata.
E assim como ela, vivem 90.684 mil famílias de Mato Grosso do Sul – 11,19% das 810.315 constituídas no Estado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
E cerca de 80,4% dos lares que têm como renda um salário mínimo ou menos, estão na zona urbana. São 72.915 famílias. O cenário ainda retrata o grande índice de informalidade entre os que recebem o mínimo.
Dados, da Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2010), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontam que poucos são os que estão nessa situação com carteira assinada, apenas 24.788 trabalhadores em todo o Estado.
###### (Fonte: Correio do Estado)
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