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Duelo com Furacão é encarado como “decisão” antecipada

05 setembro 2004 - 20h11

Com a vaga garantida na próxima fase da Copa Sul-americana, o time do Santos já tratou de esquecer a vitória sobre o Paraná e passa a pensar exclusivamente em um rival direto pela briga do título do Campeonato Brasileiro. Após bater o Juventude, o Peixe terá pela frente uma semana decisiva com duelos contra Atlético-PR e Palmeiras, dois adversários diretos na briga pela ponta da tabela. O Furacão paranaense é justamente o time que divide a liderança com o alvinegro e, por isso, o Santos não teve folga neste domingo. Já o Palmeiras vem em quarto lugar na tabela, com 48 anos, três a menos que os líderes do Nacional. Se vencer os dois rivais, o alvinegro da Baixada vencerá o que, no discurso pronto do futebol, são apontados como “jogos de seis pontos”, ganhando a tão sonhada folga na liderança. Além de conseguir a “gordura” tão propagada por Wanderley Luxemburgo, o time ainda se vingaria das derrotas sofridas no primeiro turno, já que perdeu do Atlético-PR (1 a 0) e foi goleado pelo Palmeiras (4 a 0), este em plena Vila Belmiro.Por isso, os jogadores encaram a semana como uma decisão. “É uma semana decisiva para nossas pretensões. Além de vencer, roubaríamos seis pontos dos concorrentes e teríamos uma folga”, comentou o atacante Basílio, que deve formar a dupla de frente com William, pois Robinho está na seleção brasileira e Deivid cumpre suspensão. O meia Elano aponta que os duelos desta semana têm a mesma importância do confronto com o Cruzeiro no ano passado. “É muito semelhante. Lógico que depois ainda tem muito campeonato, mas uma vitória na quarta será muito importante”, disse o atleta, que também cumpre suspensão contra o Furacão. Já o técnico Luxemburgo vai na contramão dos atletas e prefere descaracterizar a semana como decisiva. “São dois jogos importantes, mas não decisivos. Depois tem muito jogo pela frente e muita coisa pode mudar”, disse. Mesmo assim, o treinador sabe que as vitórias darão um conforto necessário à equipe. “É importante para abrir diferença para os adversários, mas não podemos ir afobados”, analisou Luxemburgo, que comandou o Cruzeiro campeão de 2003, que venceu as duas “decisões” com o Santos.

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