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Duda Mendonça paga fiança e é liberado

23 outubro 2004 - 15h40

O publicitário Duda Mendonça, detido na noite de quinta pela Polícia Federal num clube de rinha de galos em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, pagou a fiança de R$ 1 mil e deixou a prisão por volta das 22h30 desta sexta. Ele será indiciado por por crime ambiental, formação de quadrilha e apologia ao crime e responderá ao processo em liberdade. O juiz substituto da 26ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Sérgio Ribeiro de Souza, concedeu liberdade provisória ao publicitário Duda Mendonça. O vereador Jorge Babu e os outros quatro indiciados também deixaram a sede da Polícia Federal do Rio na noite desta sexta-feira. Duda e Babu saíram em seus carros particulares, enquanto os outros quatro acusados embarcaram num táxi, informou O Globo. "De fato, não se encontram presentes as hipóteses que autorizam a prisão preventiva. Além disso, a soma das penas mínimas das infrações não ultrapassa dois anos, sendo cabível, assim, a concessão da fiança", disse o juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, segundo o comunicado. Com a decisão da Justiça, a transferência do marqueteiro da candidata a prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), para o presídio Ary Franco, por não ter curso superior, fica suspensa. No total, 17 pessoas, entre elas, quatro menores e três mulheres, permaneceram detidas na Superintendência da Polícia Federal do Rio até o início da tarde.Elas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo delito e, em seguida, ao juiz que arbitrou sobre a fiança. Os crimes pelos quais os seis serão indiciados têm penas de três meses a um ano de prisão, no caso de maus-tratos aos animais, de um a três anos de reclusão, por formação de quadrilha, e por apologia ao crime, de três a seis meses de detenção. Há suspeita de que Mendonça e Babu seriam sócios do clube. Se isso for comprovado, eles poderão ser enquadrados por formação de quadrilha, cuja pena varia de um a três anos de prisão. "O Brasil inteiro sabe que esse é meu hobby. Não estou fazendo nada de errado e ponto final. Nada a declarar", afirmou o publicitário ao ser detido. Ele teria telefonado para o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e para o secretário nacional de Segurança Pública, delegado Luiz Fernando Corrêa, pedindo ajuda. Duda coordenou as campanhas de marketing político de Paulo Maluf e participou da campanha que levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto. Atualmente, o publicitário comandava a campanha da prefeita Marta Suplicy à reeleição em São Paulo, mas foi substituído pelo também publicitário Manuel Canabarro.

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