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DRT será alvo de protesto de trabalhadores no dia 11

02 novembro 2004 - 13h43

A Delegacia Regional do Trabalho em Campo Grande e as sub delegacias no interior do Estado, especialmente de Dourados, Ponta Porá, Corumbá e Três Lagoas serão alvo de protesto de trabalhadores no próximo dia 11 de novembro, marcado como “Dia de Luta pela Reforma Sindical, Desenvolvimento Nacional e Revogação da Portaria 160 do MTe”, que retira recursos e receitas das entidades sindicais de base em todo o País. Portando faixas e cartazes, mais de mil trabalhadores vão se concentrar desde cedo em frente ao órgão informando a população sobre as ameaças à classe trabalhadora do País.O protesto em Mato Grosso do Sul será encabeçado pelo Fórum Sindical dos Trabalhadores, que congrega 165 sindicatos e federações no Estado. Movimento semelhante ocorrerá simultaneamente em outros Estados da Federação. A decisão foi tomada pelo FST nacional durante reunião na semana passada em São Paulo em que participaram representantes das seguintes confederações e outras entidades: CNTC, CNTI, CNTTT, CGTB, CNPL, CNTA, CNTS, UNS e FST/SP.“O protesto será pacífico, com objetivo apenas de mostrar para as autoridades que estamos organizados e cientes do perigo que ameaça os direitos conquistados através de anos e anos de luta, suor e sangue do trabalhador brasileiro’, comentou José Lucas da Silva, coordenador geral do FST/MS, que já está organizando a manifestação na Capital e interior do Estado. Uma delegação de Mato Grosso do Sul também segue a Brasília, um dia antes, para promover semelhante protesto em frente ao Ministério do Trabalho no período da manhã do dia 11. À tarde, em frente ao Congresso Nacional, haverá outro manifesto para apoiar a proposta do Deputado Luiz Carlos Hauly, PSDB/PR, que apresentou um Projeto de Decreto Legislativo que revoga a Portaria 160.José Lucas da Silva explicou que o FST nasceu, no início deste ano, em vários Estados, com o objetivo de lutar contra a reforma sindical e trabalhista da forma como o governo pretende: em detrimento da classe trabalhadora e do movimento sindical que perderia sua força e capacidade de luta pelos direitos dos trabalhadores. O coordenador explicou também que o governo está com o firme propósito de executar mudanças nesses dois segmentos para atender pedidos e “exigências” externas. O ministro José Dirceu, segundo José Lucas, disse recentemente, em entrevista à Imprensa, que primeiramente o governo executará a reforma sindical, no início de 2005 e depois, no fim do governo Lula, executará a reforma trabalhista. José Lucas disse que esta é uma estratégia do governo que pretende, numa primeira etapa, tirar a força do trabalhador para depois manipula-lo como bem entender. “A sociedade não pode permitir isso. Ela precisa se conscientizar e se levantar contra essas ameaças”, afirmou.

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