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ECONOMIA

Dólar fecha em queda nesta sexta em semana marcada por sobe e desce

10 julho 2020 - 18h35Por G1

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (10), em mais uma sessão de sobe e desce, com a cautela dando o tom dos mercados em meio a números recordes de casos de Covid-19 nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana recuou 0,35%, vendida a R$ 5,3208. Na mínima da sessão, foi a R$ 5,3138 e, na máxima, chegou a R$ 5,3942. 

Na semana, o dólar subiu 0,05%. Na parcial do mês, o dólar acumula baixa de 2,18%. No ano, tem alta de 32,69%.

Cenário local e externo

Na cena externa, a cautela prevaleceu mais uma vez nos mercados nesta sexta, após o aumento recorde nos casos de coronavírus nos EUA ter levantado temores de outro impacto às empresas, com vários Estados adiando o relaxamento das restrições.

Mais de 60.500 novas infecções por coronavírus foram relatadas nos Estados Unidos na quinta-feira, a maior contagem de casos em um único dia em qualquer país desde que o vírus surgiu no final do ano passado na China.

E no Brasil a pandemia também segue resiliente. Foram mais 1.220 mortes informadas na véspera, com o número agregado passando de 69 mil.

"Frente ao aumento dos riscos do cenário, investidores optam por manter posições mais cautelosas", disse em nota Alejandro Ortiz Cruceno, da equipe econômica da Guide Investimentos e chamando atenção para a queda nos yields dos Treasuries e alta do ouro, ativos demandados em tempos de incerteza.

Por aqui, os mercados também avaliam uma série de dados divulgados pelo IBGE. Depois de dois meses de deflação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,26% em junho.

Os serviços, por sua vez, tiveram a quarta contração consecutiva, encolhendo 0,9% em maio. No lado positivo, a Pnad Covid-19 apontou a primeira queda no desemprego após quatro semanas de piora no indicador.

Indicadores econômicos de maio e junho indicaram uma reação da economia e sinalizaram que o pior da crise pode ter ficado para trás, mas economistas alertam para incertezas ainda elevadas e riscos de piora fiscal e descontrole do coronavírus.

 

 

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