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Dólar cai mais de 1% e crava nova mínima do dia e fica em R$ 2,664

26 janeiro 2005 - 15h58

O dólar cravou uma nova mínima do dia, negociado a R$ 2,664, queda de 1,04%. Segundo o vice-presidente executivo de tesouraria do banco alemão WestLB, Flávio Farah, as vendas por investidores estrangeiros ajudam a explicar o recuo forte da cotação."Fica difícil o Banco Central, sozinho, tentar reverter uma tendência mundial da moeda americana."Hoje, o BC comprou divisas. Há operadores que defendem a realização de mais de um leilão por dia. Desde o dia 6 de dezembro, a autoridade monetária realiza intervenções quase que diariamente no mercado com o objetivo de reforçar as reservas em moeda estrangeira do país. Segundo Farah, uma renovação do acordo do Brasil com o FMI (Fundo Monetária Internacional) abriria espaço para uma queda maior do dólar. "Mas se não houver a renovação, o mercado não terá uma reação tão negativa."Atualmente, o banco alemão projeta o dólar a R$ 2,85 para o fim do ano. Esse valor está abaixo da média do mercado (R$ 2,90) apontada pelo boletim Focus na última segunda-feira.Tendência externaA queda da cotação desagrada os exportadores e desafia o governo a adotar medidas para conter a valorização do real. Os leilões de compra de divisas pelo Banco Central tiveram apenas o efeito de impedir um tombo maior da cotação.Até o final deste trimestre, o governo promete elevar de seis meses para um ano o prazo para o exportador internalizar suas divisas. Ou seja, ele terá mais tempo para trocar seus dólares por reais. Isso pode reduzir a oferta de divisas no mercado e pressionar a cotação.A valorização do real segue uma tendência externa de moedas como o euro, iene e libra, que se fortalecem frente ao dólar. Nesta quarta-feira, o euro voltou a subir frente a moeda dos EUA, após ter sido ontem cotado abaixo de US$ 1,30.O fluxo positivo de recursos também contribui para o real forte. Além dos dólares do comércio exterior, há as captações por meio de lançamento de bônus por bancos, empresas e pelo governo.Na semana passada, o Tesouro captou 500 milhões (cerca de US$ 650 milhões) de euros com o lançamento de bônus de dez anos. A tomada de empréstimos é favorecida pelo nível baixo do risco-país, que hoje cai 2,14%, aos 410 pontos.  

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