Na sexta-feira (11/04) foi comemorado o Dia Mundial da Doença de Parkinson e em Mato Grosso do Sul, os parkinsoníanos tem outro motivo para comemorar: é que no Estado, desde 2005, existe a política de atenção integral aos portadores da doença. A lei estadual 3.154 é de autoria do deputado Maurício Picarelli (PMDB).
Segundo Picarelli, apesar de a doença atingir 0,1% da população mundial, principalmente na faixa etária dos 60 anos, o crescente número de portadores da doença no Brasil é preocupante. “Todos nós sabemos que esta é uma enfermidade incurável, evolutiva. Seus sintomas são incuráveis e deixam o doente privado de realizar diversas atividades. Muitos não contam com um tratamento adequado”.
Consta na lei que a política visa englobar os cuidados com as manifestações clínicas e outros sintomas relativos a doença, além de formas de tratamento como: fisioterapia, terapia, fonoaudiologia, e atendimento psicológico. Os tratamentos devem ser custeados pelo governo, sendo obrigatório o fornecimento da medicação mínima necessária para não limitar a qualidade de vida do doente.
Picarelli ainda informa que recursos repassados pelo Ministério da Saúde devem ser direcionados ao cumprimento da lei. Também existe a determinação de que a direção do SUS (Sistema Único de Saúde), no âmbito estadual, possa garantir o fornecimento de medicamentos, além das demais formas de tratamento.
No Mato Grosso do Sul não existe uma associação ou grupo de apoio voltado para atender os portadores de Parkinson. Por esse motivo, muitos doentes ficam a míngua e sequer dispõem de uma interação para a troca de experiências; esse foi um dos motivos que levou Picarelli a elaborar a lei.
Sintomas – Os sintomas mais comuns do mal de Parkinson são: sensação de cansaço ou mal-estar no fim do dia, caligrafia menos legível ou com tamanho diminuído, fala monótona e menos articulada, depressão ou isolamento sem motivo aparente, lapsos de memória, dificuldade de concentração e irritabilidade, dores musculares, principalmente na região lombar, entre outros.
Existem dois remédios utilizados no tratamento: Sifrol e o Levodopa. São as drogas mais eficazes no alívio dos sintomas parkinsoníanos, mas nem sempre devem ser administrados no início da doença.
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