Nesta quinta-feira, a mestranda Marta Olinda dos Santos Cara, do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP), apresenta a dissertação “O Estado da Arte dos Estudos de Educação Ambiental em Mato Grosso do Sul: A Produção dos Cursos de Pós-Graduação Stricto-Sensu". A apresentação está marcada para as 09h, no auditório do bloco III, do campus I da Uniderp.De acordo com a mestranda, o trabalho tem por objetivo levantar a produção dos cursos de Pós-Graduação Stricto-Sensu, em Mato Grosso do Sul sobre a Educação Ambiental em três cursos de Mestrado de universidades sul-mato-grossenses: Mestrado em Educação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Mestrado em Desenvolvimento Local, da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP). “Através da análise das dissertações referendadas nesta pesquisa, percebeu-se, a necessidade de um maior compromisso institucional com a Educação Ambiental, pois o resultado mostrou que sua aplicação é incipiente num Estado que possui uma das maiores áreas ecológicas inundáveis do mundo”, explana a mestranda. Marta Olinda dos Santos Cara enfatiza que a pesquisa também mostrou que no âmbito da educação formal, a Educação Ambiental tem sido estudada por meio de temas transversais de acordo com as orientações dadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais. “O problema maior verificado é o de não haver educadores específicos suficientes nesta área, estando sua capacitação a cargo do Ministério de Educação e Cultura que tem procurado atuar de maneira eficiente, mas insatisfatória nos seus resultados”, comenta. Ela destaca ainda que é essencial o estudo da Educação Ambiental não só para preservação da natureza, mas também para melhorar a qualidade de vida humana. “Espera-se e recomenda-se a melhoria dos programas formais e não formais existentes os quais devem tentar trabalhar uma consciência ambiental mais atuante, pois, os problemas ambientais não param de crescer e para enfrentá-los se necessita da participação e cooperação de todos, bem como, um maior incentivo às pesquisas de Educação Ambiental por parte dos órgãos governamentais restritos à política ambiental”, conclui Marta Olinda. A banca examinadora será composta pelos professores doutores Gilberto Luiz Alves (Orientador), Maria Eugênia Carvalho do Amaral (UFMS) e Silvio Favero (UNIDERP).
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