O deputado Waldir Neves, líder da bancada do PSDB na Assembléia, acusa o secretário estadual de Segurança Pública, Almir Paixão, de comprar um software por R$ 2,236 milhões, utilizando parte da verba superior a R$ 8 milhões que foi destinada ao Estado pelo Programa Nacional de Segurança Pública.
“Se ele quer saber porque estamos criando a CPI da Segurança, este é mais do que um forte argumento”, reagiu Waldir, diante do desafio feito pelo secretário durante a visita a Dourados na última sexta-feira. O deputado considera um absurdo essa quantia paga pelo sistema, “quando em muitas delegacias nem computador existe”.
Waldir Neves disse que o PT “adora fiscalizar”, mas o secretário Paixão, que é defensor público, “ficou contra os interesses da sua categoria quando os defensores se mobilizaram pela unificação salarial”. De acordo com o deputado, o principal objetivo da CPI é obrigar o Governo a definir uma política de Segurança Pública para o Estado.
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