Conforme publicado hoje no jornal Folha do Povo pelo colunista Cláudio Humberto os comerciantes de Campo Grande se livram das árvores que ”atrapalham” seus negócios: furam e injetam veneno. Também colocam uma espécie de anel em volta do tronco. Ferida pelo estrangulamento, a árvore morre, atacada por pragas e doenças.
Aqui em Dourados não é diferente, a dizimação de árvores continua e, apesar das denúncias feitas por telefone ao IPLAN e veiculadas por este jornal virtual, nunca se viu uma providência ou intervenção da Prefeitura ou da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente. “Tudo continua como d’antes no quartel geral de Abrantes”. Os galhos continuam a serem quebrados, afinal é mais lenha para os pobres indígenas.
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