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ELEIÇÕES 2014

Delcídio promete construir 10 mil casas por ano

08 setembro 2014 - 19h15

O candidato da coligação Mato Grosso do Sul com a Força de Todos ao governo do estado, Delcídio do Amaral, vai reduzir a burocracia e a carga tributária para incentivar a construção civil. A garantia foi dada nesta segunda-feira, 8 de setembro, durante encontro com empresários do setor na sede do Sinduscon, em Campo Grande.

“Eu sou engenheiro de formação e sei da enorme importância da construção civil para gerar empregos não só em Mato Grosso do Sul, mas em todo o Brasil. A minha proposta é de um governo que simplifique a vida do cidadão, dos empresários, enfim, de quem quer trabalhar. Vou adotar em nosso estado práticas que até agora não foram utilizadas, olhando essa área com o máximo de atenção. O nosso víes é o da descomplicação. Além disso, avançaremos também na questão tributária. Montaremos um grupo com representantes de setores da economia para avaliar a questão do ICMS, inclusive o que incide sobre a construção, com regras mais claras para os investidores. O meu Governo será de boas vindas a quem investe”, disse.

O candidato anunciou também investimentos públicos para movimentar a economia.

“Nosso plano é construir em 4 anos pelo menos 40 mil casas, beneficiando todas as regiões do estado. Queremos consolidar um mercado de construção aberto, com oportunidade para todos, incentivando muitas empresas a serem protagonistas e não concentrando as obras em apenas meia dúzia de construtoras”, afirmou.

Delcídio vai trabalhar em parceria com as prefeituras e o governo federal para facilitar a vida dos prefeitos e desburocratizar o trâmite de processos de obras.

“ Minha proposta é criar uma espécie de escritório para desenvolver projetos tendo os municípios como protagonistas e o estado como indutor. Vamos juntos com os prefeitos a Brasília, agindo de forma articulada com a bancada, para brigar pela liberação de recursos. Hoje, em alguns municípios, você aprova a emenda, mas a prefeitura não tem o projeto que permita executar a obra, sem falar no processo de licenciamento ambiental, que é muito demorado e desestimula quem quer investir. Sem ferir a legislação, podemos estabelecer as responsabilidades do estado e da prefeituras, onde o estado, através desse escritório, vai servir de interface junto ao governo federal, o Ministério Público e o Ibama. Temos que trabalhar com agilidade na liberação do licenciamento para não prejudicar o setor”, advertiu.

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