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Delcídio pede recursos para o MS e medidas para crise

09 maio 2006 - 16h03

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) tem encontro marcado amanhã em Brasília, com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Roussef (Casa Civil), Paulo Bernardo (Planejamento) e o governador Zeca do PT, para discutir alternativas de acelerar o repasse de recursos federais ao estado, como forma de colocar as contas em dia e garantir o pagamento dos servidores. Mato Grosso do Sul está pleiteando aproximadamente R$ 300 milhões relativos ao IPEMAT, ao PIS / PASEP, a carteira imobiliária da Caixa Econômica Federal e a caução do Banco Brasil, por conta dos ativos apresentados como garantia quando foi feita a renegociação das dívidas do estado com a União.  A expectativa é de que o dinheiro seja liberado até 30 de junho.Na reunião, que acontece às 18h30min, no Palácio do Planalto, Delcídio deve pedir também que o governo implemente rapidamente medidas que estão sendo estudadas pelo Ministério da Agricultura para socorrer os produtores rurais, diante da crise gerada pela queda no valor das commodities agrícolas, a febre aftosa, a gripe aviária e o alto custo dos insumos, entre outros fatores. - Na semana passada eu conversei com o ministro Roberto Rodrigues que me adiantou algumas alternativas que estão sendo definidas pela equipe técnica do Ministério da Agricultura. Elas prevêem, entre outras coisas, a eliminação de impostos na compra de insumos, o estabelecimento de preços mínimos para os produtos agrícolas e a consolidação do seguro rural em patamares que, efetivamente, dêem tranqüilidade ao produtor para que ele continue a produzir. Outra alternativa em estudo é o lançamento de títulos que seriam usados para quitar dívidas de curto prazo dos produtores  com fornecedores de insumos, máquinas e implementos agrícolas. Além disso, o ministério elabora o Plano Safra 2006 / 2007, estimado em R$ 53 bilhões. Nossa tarefa agora é sensibilizar a equipe econômica para a importância e a urgência da adoção dessas medidas, porque a situação do agronegócio hoje, no Brasil, é calamitosa, e o país não pode mais ver prejudicado um setor que é responsável por 35 % do PIB, gera milhões de empregos e exportou, só no ano passado, US$ 42 bilhões

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